<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131</id><updated>2012-02-15T23:20:34.266-08:00</updated><title type='text'>Diario do Pierrot</title><subtitle type='html'>Desabafos e várias alegrias - O Palhaço fora de época</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-548435543073219885</id><published>2008-07-26T14:58:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T23:26:13.953-08:00</updated><title type='text'>Bye, Bye, So Long, Well, Well... Adeus também foi feito pra se dizer...</title><content type='html'>É hora de matar o Pierrot.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem apropriado a utilização de um verbo tão “violento” por um carioca, no Rio de Janeiro. E seria repetitivo falar do nosso estado neste Estado. Onde, nem o óculos do Drummond – numa estátua de bronze em sua homenagem em Copacabana – consegue manter-se sob o nariz do poeta, por conta dos ladrões, que roubam carros, furtam gente, vidas, esperanças e aquelas coisas pelas quais lutamos, alcançamos e podemos perder. Por incrível que pareça, a vida triste que se configura, amarga e tensa, sob a desesperança da falta de um futuro mais justo, torna a mensagem do evangelho para mim, mais real, verdadeira e cheia de essência. Porque tudo que o Cristianismo é está proporcionalmente inverso ao que chamamos de “viver”. Vida, de verdade, simplesmente, só temos com Cristo. Com o Seu olhar, a Sua mente, o Seu sentir e sobretudo, a esperança de vivermos para sempre com Ele. Quando esperança, vida e futuro tornam-se reticentes no nosso vocabulário é porque estão escassas nas esquinas, nas janelas e no noticiário de tv.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;link que inspirou o post: &lt;a href="http://colunas.g1.com.br/instanteposterior/"&gt;Instante Posterior&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5227446484246092754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 254px; CURSOR: hand; HEIGHT: 181px; TEXT-ALIGN: center" height="211" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SIue4ZfaW9I/AAAAAAAAAFA/cx6dJ2t7ZBQ/s320/coringa.jpg" width="297" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;                                                              O Cavaleiro das Trevas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão “trevas” passou a ter uma conotação negativa para quem é cristão. Na leitura da Bíblia volta e meia vemos a palavra sendo associada ao diabo ou fazendo referência antagônica à luz. Então se por um mínimo acaso, você deixou de assistir Batman por conta do título, esqueça. O filme é maravilhoso. As reflexões descaradamente expostas durante todo o longa-metragem não são descartáveis e ajudam a perceber quanto o presente século está carente de identidade. Os modismos, a burra tecnologia (não a boa e útil), a carência e o vazio da população mundial, mutilam em doses cavalares a configuração original, de fábrica, que Deus deu a cada um de nós. Hoje nós somos a imagem que fizeram pra nós a cada segundo, porque no segundo seguinte ela passa a ser obsoleta, inadequada e perdedora.&lt;br /&gt;Batman tem uma edição primorosa, um ritmo intenso embora trate com uma delicadeza macroscópica os motes escolhidos. Não é um filme comum, nem muito menos um filme de herói contra vilão. Ele está cheio de lacunas e brechas, que vão sendo preenchidas por cada expectador, de acordo com sua perspectiva, sem juízo de valor. Gostei tanto, que quero ver novamente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;                                                                          O fim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte do Pierrot tem relação com falta de tempo. Também com má administração do tempo. Não é mentira dizer também que compartilhar opiniões muito viscerais cansaram-me a ponto de querer desistir. Um dos meus objetivos foi alcançado: escrever melhor. Agora é um outro lance, um outro estágio. A melhora passará por novas disciplinas e um entendimento mais abrangente da língua e do que é comunicação. De forma, que todos vocês foram meus ratos de laboratório. Espalhei minha droga aqui, por alguns anos. Vi seus efeitos e defeitos e agora não quero ver nem um e nem outro. O silêncio como forma de expressão.&lt;br /&gt;                                                                &lt;br /&gt;                                                                     Alguns projetos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas coisas que já venho fazendo há alguns meses tornar-se-ão mais freqüentes. O envolvimento com a &lt;a href="http://www.isfreepop.com/"&gt;Isfreepop&lt;/a&gt;, até aqui tem sido positivo e por lá também, darei meus pitacos. Por enquanto tem sido através de podcasts, que possuem uma repercussão interessante e ajudam a gente a criar um estilo. Continuo compondo (talvez com mais qualidade) e talvez seja a hora de sair da toca. Nunca me esforcei pra isso por ser deveras crítico com o que faço. De um ano pra cá percebi uma evolução – mesmo que subjetiva – nas composições e acho que posso fazer delas, filhas mais bonitas. Não prometo nada e também não “desprometo”. O tempo dirá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                     Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo que parou o seu tempo, por um momento, para ler o que eu estava dizendo. Que elogiou, que agradeceu, que compartilhou, que percebeu, que se envolveu e me conheceu durante todos estes anos. A virtualidade tem suas propriedades homeopáticas funcionais. Foi de valor a demanda de mensagens trocadas e cada palavra lida e re-lida. Espero que tenha sido tão bom ou melhor para vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem... agora é a hora da foi-se*. Fui&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5227447555228793954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 239px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px; TEXT-ALIGN: center" height="272" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SIuf2vNlfGI/AAAAAAAAAFI/2c_njPhKAUE/s320/Andre_Derain_-_Arlequin_et_Pierrot.jpg" width="281" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Pierrot é um &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Personagem" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Personagem"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;personagem&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; da &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="Commedia Dell’Arte" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Commedia_Dell%E2%80%99Arte"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Commedia Dell’Arte&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, apaixonado pela &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Colombina" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Colombina"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Colombina&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, mas não é correspondido. Teve como origem o personagem italiano &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a class="new" title="Pedrolino (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pedrolino&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pedrolino&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;Representa a idealização do &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Amor" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amor"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;amor&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, é um sonhador, tradicionalmente retratado com uma &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Lágrima" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A1grima"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;lágrima&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; escorrendo pelo rosto e vestindo blusa e calças bufantes brancas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;Fonte: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierrot"&gt;wikipedia&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-548435543073219885?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/548435543073219885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=548435543073219885&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/548435543073219885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/548435543073219885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2008/07/bye-bye-so-long-well-well-adeus-tambm.html' title='Bye, Bye, So Long, Well, Well... Adeus também foi feito pra se dizer...'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SIue4ZfaW9I/AAAAAAAAAFA/cx6dJ2t7ZBQ/s72-c/coringa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-5566368847606841335</id><published>2008-06-21T22:00:00.000-07:00</published><updated>2008-06-21T22:02:23.121-07:00</updated><title type='text'>Dois Fãs e Suas Impressões - O Início do Fim</title><content type='html'>Escolhi como tema das minhas despedidas, falar sobre a banda que resolveu parar por tempo indeterminado. Depois dos RAIMUNDOS, LOS HERMANOS para mim, foi a banda mais criativa que apareceu nos últimos 15 anos. Depois da LEGIÃO URBANA, foi o conjunto que mais soube usar a lingua portuguesa, utilizando o sintagma (a palavra) com beleza, simplicidade. Sua música não tem como marca a autenticidade. Não. Aliás, no campo musical, ser autêntico e original é muito difícil, a começar pelas restritas 7 NOTAS MUSICAIS, mas enfim, isso é um outro assunto. A banda merece minha homenagem, além da minha espera. Alega precisar de tempo, para se dedicar a outras atividades. Aliás, eu compartilho, preciso de tempo para me dedicar à outras atividades e é também por isso que encerrarei as atividades do Diário do Pierrot. Pedi á dois amigos  que escrevessem suas impressões sobre a banda, e desta vez, me abdico de escrever. Senhoras e senhores: meu amigo André Rocha e a jornalista Taís Morais, dois fãs e suas impressões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Los Hermanos – um ano sem o grupo, mas não sem a música (Taís Morais)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi despretensioso.&lt;br /&gt;Na verdade, o amor pelo grupo nasceu de repente.&lt;br /&gt;Eles começaram em 1997, no RJ. Eu morava no Rio, e de longe gostei do rock – para mim super pesado e barulhento – que eles apresentaram em 1999.&lt;br /&gt;Foi um frisson, em todas as rádios se ouvia a tal da Anna Júlia e eu corria daquela febre que alcançava todo mundo na minha faculdade.&lt;br /&gt;Um dia, eu ia, Anna Julia, que eu detestava, já tinha ido e o Bloco do Eu  Sozinho vinha...&lt;br /&gt;Foi amor à primeira audição...&lt;br /&gt;O disco não causou o mesmo alvoroço no meu ciclo de amizades. Um CDzinho nada pop, dizia uma colega. Resolvi prestar atenção e amei de paixão a música “Veja Bem Meu Bem”. Parecia ter sido feita para mim...&lt;br /&gt;Em 2003, o grande disco!&lt;br /&gt;Ventura, para minha ventura.&lt;br /&gt;E eu, como sempre, me encantei com a música que de longe foi a que caiu nas graças do povo. Eu amei mesmo foi “Do Lado de Dentro”. Eles tinham acertado minha alma de novo...&lt;br /&gt;O disco me encantou pela singela e calma seleção escolhida para a Obra.&lt;br /&gt;O disco virou meu acessório indispensável.Todas as noites eu dormia com Marcelo Camelo cantando para mim. Só depois que eu caía no sono ele parava.&lt;br /&gt;E fui passando meus dias.&lt;br /&gt;Eles vieram à Brasília algumas vezes, e para minha frustração, em nenhuma delas consegui vê-los. Estava sempre viajando a trabalho nas datas. &lt;br /&gt;Uma vez eles tocaram num local extremamente fora de mão. Foi aí que desisti de ver o show. Embora fosse pagar bem barato, preferi comprar o DVD.&lt;br /&gt;Desse dia em diante, começaram meus pesadelos.&lt;br /&gt;O DVD não tinha minha música preferida,&lt;br /&gt;O quarto CD não era nem de longe melhor que os outros,&lt;br /&gt;Os Los Hermanos anunciaram seu último show no RIO.&lt;br /&gt;Como é que é, meus irmãos???? No Rio? Caramba! Isso é uma injustiça.&lt;br /&gt;Nenhuma turnêzinha para dizer adeus aos fãs não-cariocas?&lt;br /&gt;Nenhuma explicação para o  fim?&lt;br /&gt;Nada que amenizasse a perda de um dos poucos grupos musicais que apareceram nos anos 1990/2000?&lt;br /&gt;Ah, esse negócio de ser fã é duro mesmo!&lt;br /&gt;Não fui à despedida, não sei o que fazem os meus prediletos e nem sei se um dia voltarão.&lt;br /&gt;Só sei que ainda durmo com a voz do Camelo e do Amarante.&lt;br /&gt;Como a esperança é a última que morre, (até por isso nunca me casei com um homem cuja mãe tivesse este nome), ainda espero que eles ressurjam das cinzas com um CD que vá tocar fundo o meu coração e de todos os outros fãs que eles deixaram órfãos há um ano...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ÍDOLOS (André Rocha)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há como esse texto em homenagem a uma das melhores e mais influentes bandas da História do pop/rock nacional não ter um caráter confessional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da morte de Renato Russo em 96 e o mergulho na vida adulta, com casamento, trabalho e estudos, era difícil me ver novamente arrebatado pelo trabalho de alguma banda ou artista. A fase das descobertas adolescentes tinha passado e, com a chegada da Internet e o fim da magia dos discos de vinil, minhas esperanças de um novo encantamento tinham se extingüido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 99, eu e o Brasil conhecemos e nos cansamos de "Anna Júlia", tal a massificação da música e da imagem de banda que surgia. O primeiro disco era irregular, confuso, mas com algumas boas canções, que passaram batidas pelo megasucesso onipresente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca mais ouvi falar neles. Aliás, só um burburinho de uns amigos "indies", que me deixavam confusos. Afinal, por que eles estariam elogiando uma banda tão "pop"? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, em 2004, ao ouvir o CD de estréia de Maria Rita, presente para a Cláudia, fã de Elis Regina (na época era impossível não fazer a "conexão"), me chamou atenção as três canções do compositor Marcelo Camelo, um nome que não me era estranho. Uma pesquisa e um papo com aqueles amigos de gosto "alternativo" me fizeram ouvir o segundo disco, comprar o terceiro, lançado no ano anterior, e passar a ouvir diariamente aquela banda subestimada no meu inconsciente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande virada, muito comum entre os neófitos, veio com o show, no final daquele ano. Show não, uma verdadeira celebração que era ainda mais impactante porque apenas uma ou duas músicas tocavam no rádio e todas as canções eram recebidas com paixão e entoadas com algo próximo do fanatismo, mas tudo de forma alegre e incrivelmente pacífica, se formos pensar numa casa lotada de jovens ansiosos e agitados. Ali, entrando em êxtase junto com público e banda, a emoção de estar em um show voltou, embalada em versos tocantes e profundos emolduradas por uma riqueza musical rara. A conexão estava estabelecida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 9 de Junho de 2007, foram mais oito shows, seis da turnê do "4", o trabalho desigual de 2005, que, se tinha alguns momentos brilhantes como "Dois Barcos" e "O Vento", mostrava também uma banda se desmembrando em duas, com o tecladista Bruno Medina e o baterista Rodrigo Barba tentando desesperadamente, nos arranjos, encontrar pontos de contato entre as díspares composições de Marcelo Camelo, mais silencioso e contemplativo, e Rodrigo Amarante, explosivo, rock'n'roll e com mais espaço para suas músicas e performances. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último show antes do "recesso", a sensação de despedida na Fundição Progresso era sufocante. Doía ver o fim de uma etapa na carreira dos caras que praticamente ressuscitaram algo juvenil em mim e que contribuíram enormemente para a formação musical e intelectual de muitos jovens (assim como Renato Russo fizera comigo nos anos 80), que descobriram Chico Buarque, o samba, a salsa e tantos outros estilos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais que isso. Com "O Bloco do Eu sozinho" e "Ventura", os Los Hermanos escreveram dois capítulos dos mais belos e enriquecedores da música em nosso país. Uma coleção de canções que muitas bandas dariam um braço e uma guitarra pela autoria. Aqueles barbudos esquisitos tinham se tornado o arauto de sua geração e, seguindo uma coerência há muito perdida no meio em que circulam, saíam de cena antes do "piloto automático". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A volta continua uma incógnita, ainda que seja assegurada pelos quatro. Mas um ano e dois dias depois daquela noite fria e de um certo desamparo na Lapa, fica a lembrança de um tempo em que a vergonha por se sentir cronologicamente deslocado era superada por uma devastadora alegria por entrar em comunhão com uma atmosfera de comoção e uma santa ingenuidade que faziam bem e tinham um quê de redenção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-5566368847606841335?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/5566368847606841335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=5566368847606841335&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/5566368847606841335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/5566368847606841335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2008/06/dois-fs-e-suas-impresses-o-incio-do-fim.html' title='Dois Fãs e Suas Impressões - O Início do Fim'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-5814489510149237464</id><published>2008-05-29T19:42:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T23:26:14.519-08:00</updated><title type='text'>You Know a Feelling In Your Heartbeat</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SD9qmNWUDwI/AAAAAAAAAEo/fvgZ7yorWXs/s1600-h/Madonna.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205996898914406146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="273" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SD9qmNWUDwI/AAAAAAAAAEo/fvgZ7yorWXs/s320/Madonna.jpg" width="249" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza ouvir (ou ler) que um cristão convicto de seus valores gosta de Madonna, deve soar como um zumbido intermitente no ouvido de alguns. Que seja. Eu gosto de Madonna. Não a ponto de ir a shows (porque não tenho dinheiro), não a ponto de comprar cds (porque não tenho dinheiro), nem muito menos comprar camisa com ela estampada (porque eu não tenho dinheiro), mas eu gosto de Madonna. E esta senhora de quase cinquenta anos (completa o jubileu em agosto deste ano) acaba de lançar uma preciosidade chamada &lt;strong&gt;Hard Candy&lt;/strong&gt;. E eu explico porque tanto entusiasmo com o disco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste ano eu escrevi um artigo para um site chamado &lt;a href="http://www.whiplash.net/"&gt;Whiplash&lt;/a&gt; intitulado &lt;a href="http://whiplash.net/materias/opinioes/069591.html"&gt;“Em Busca da Melodia Perdida”. &lt;/a&gt;Em suma, o texto tratava do descaso dado pelos músicos dessa geração a um dos componentes mais importantes da formação de uma canção. É lógico que os leitores, defenderam suas bandas prediletas, apontando aqui e ali, um resquício de riqueza melódica. Eu mantive minha posição por tudo que ouvi nos últimos 8 anos e este “tudo” não foi capaz de me seduzir, tirando com muita precisão, alguns exemplos claros de beleza musical. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Radicalidades à parte, não se fazem mais canções assob(v)iáveis. O modismo que conquistou o público eclético do século XXI é o “&lt;em&gt;é esquisito mas eu gosto&lt;/em&gt;”. Independente do que podemos chamar de qualidade (“qualidade é ponto de vista”, disse um amigo meu). Em meio há tantas idiossincrasias sonoras, a Madonna vai e lança um disco ultra melódico, sem que isso signifique canções açucaradas pró-mercado. Nada contra. E tudo a favor desta artista que no século passado era mais conhecida pos suas baladas arrebatadoras (Frozen, Live To Tell, I Remember) e suas posturas politicamente incorretas, não necessariamente nesta ordem.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Madonna há um tempo é amiga do &lt;em&gt;baticumdum&lt;/em&gt; eletrônico que tanto me afasta do que é conhecido como novo. Esta amizade tem rendido discos interessantes. Este, porém, é maravilhoso. A pesar a produção de Timbaland (o mago americano que todos querem nas carrapetas), este disco poderia constar dos clássicos dos anos 80 que a cantora compôs. As seis primeiras canções de Hard Candy são &lt;em&gt;impuláveis&lt;/em&gt;. A presença de Justin Timberlake na composição das canções demonstram que ele é mais que um rostinho bonito que canta. A qualidade dos vocais, as melodias que poderiam ser facilmente executados por músicos “de verdade”, a presença do grave contrastando ora com teclados agudos e leves, ora com violão e guitarra suingada, apontam uma excelente tendência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É um sonho que, a música eletrônica alcance um status (no meu coração) de música para alma. Daquelas que não se pre-ocupa (se é que o termo é apropriado quando falamos de arte), com o esqueleto e faz bem ao coração, que debruça a nossa mente sob a composição e as centenas de alternativas sugeridas pela canção.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este disco pre-enche (assim separado, para estilizar) a lacuna que eu perseguia. É uma cantora envolvida com notas (e não apenas com sons) e que canta, cada uma dessas, com o mesmo vigor de Like a Prayer e Like a Virgin. São quase cinquenta anos de idade e pouco mais de vinte e cinco de sucesso, com muita inovação e criatividade.&lt;br /&gt;Compre. Baixe. Ouça.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Veja aqui, o novo &lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=TN7s1q3L-S0"&gt;clipe &lt;/a&gt;de Madonna - 4 minutes&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;60&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206001387155230482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="231" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SD9urdWUDxI/AAAAAAAAAEw/gQAbdTD6oK4/s320/pierrot.jpg" width="238" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;No sábado meu pai faz 60 anos e eu catei uma foto dele para ilustrar o blog. Seria um fechamento com chave de ouro. Oh não! Você não sabe? O diario do Pierrot vai fechar as suas portas por tempo indeterminado. Então o que você lê são os últimos parágrafos do Pierrot. O Pierrot ou se aposenta ou morre. Tô pensando no fim. Voltando ao assunto, não achar UMA foto do meu pai dá bem a pinta de como foi nossa relação desde que me entendo por gente. Não diria conflituosa. Também não diria amistosa. Talvez eu nem dissesse nada. Mas achei este número (60) tão bonito e representativo, que deixar passar em branco seria um descaso imperdoável, até para mim, que faço do descaso, uma rotina.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em 1 de junho de 1948, nascia Daniel da Costa, filho de Maria Costa e Gabriel Ozório da Costa, na cidade de Duque de Caxias-RJ. Segundo me contam, um garoto quietinho, que brincava sozinho, que constroía seus próprios instrumentos e amava música. Seu talento ficara notório mesmo em meio á uma família tão musical. Minha avó tocava flauta transversa e meu avó banjo. As meninas da família tinham talentos vocais razoáveis e sempre afinados. Havia um coral familiar em cada feriado. E foi neste ambiente, que ele deu os primeiros passos na música. Estudando, trabalhando e se aperfeiçoando. Bem, a história é longa, mas para que o papo fale um pouco do perfil do meu pai, vamos falar de música. Ele não foi uma influência como músico para mim. Mas a mentalidade dele acerca de canção, de arranjo, de arte, tá aqui no meu sangue. Ele sempre ouviu de tudo – The Beatles, Led Zeppelin, samba, erudito, jazz, blues... – e nunca disse para mim, “esta música é da boa e esta é da ruim”. Caso ele não tivesse outras influências na minha formação de caráter, tendo me forjado a mente musical, já estaria de bom tamanho.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Saxofone, flauta, clarinete (o meu preferido) e até bateria. Meu pai sempre executou bem o que se propôs a fazer musicalmente. Chegou ao posto de Mestre de Música na carreira militar e isso sempre foi um motivo de bastante orgulho, não só para mim, como para toda sua família. Na maior parte do tempo em que ouvi meu pai tocar, eu não tinha noção se ele era bom músico ou não. Ouvia os elogios. E, “oficialmente”, só toquei com ele uma vez, num casamento de um leitor deste blog (sinta-se privilegiado Nelson Jr!). Não deixa de ser uma frustração. Eu até escrevi uma música chamada &lt;strong&gt;O CAMINHO VERDE&lt;/strong&gt; pensando num solo de saxofone. Bem, ainda há tempo, quem sabe, de uma gravação. Em breve ele vai virar baiano (vai morar em Salvador) e as coisas ficam mais difíceis do que normalmente já são.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;De qualquer forma pai, dizendo um pouco sobre você (e pouco é um termo que resume seu jeito de ser), é que eu te homenageio aqui no meu diário. Sinta-se presenteado já que, nem mamãe mereceu um post destes hein!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;The Fool On The Hill&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206004144524234530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 170px; CURSOR: hand; HEIGHT: 126px; TEXT-ALIGN: center" height="126" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SD9xL9WUDyI/AAAAAAAAAE4/xSwWGz25sUQ/s320/images.jpg" width="130" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Gente, meio do ano. Hora de parar e pensar. O que fizemos até aqui? Mais um papo cabeça? É. Talvez. Quando a gente chega num determinado ponto na vida, pensar é um lugar sempre visitado. Fazer já não é tão empolgante. Ok. Isso não vale para tudo, mas eu percebi que algumas coisas em mim estão mudando velozmente e outras estão voltando, na mesma intensidade. Efeito sobre decisões que tomei lá atrás. Efeitos positivos. Alguns incômodos estão ficando pelo caminho e uma tranquilidade que eu desconhecia se apresentou e espero, ter chegado para ficar.&lt;br /&gt;Acho até que estou escrevendo melhor. Logo agora que eu estou aposentando o diário... Fazer o quê? Faz parte da vida. Faz 3 anos que eu não toco em igreja e isso me fez um bem imensurável. Dá saudade? Não. Ás vezes dá uma coceira, aquela vontade de tocar, mas eu sei que estar lá deve ser mais que “vontade de tocar”. Me acostumei. Aceitei uma nova condiçao, imposta por mim mesmo e estou &lt;em&gt;vivinho&lt;/em&gt; da silva.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eu vou dizer uma coisa para você que está me lendo: eu andei reclamando bastante nos últimos posts sobre alguns conceitos de amizade, principalmente, as que me cercavam e infelizmente eu tenho uma notícia: eu estava certo. Quer entender? Dá uma olhada nos últimos textos e você vai reparar numa certa angústia sobre relacionamentos. Serei bem mais objetivo agora: dá uma olhada nas pessoas que te cercam e vejam o nível de interesse que elas tem por sua pessoa. Perceba se o interesse tá no campo afetivo ou no campo material, no que na verdade você pode propiciar a cada uma delas. Se você pensa que para o segundo caso é preciso ter dinheiro, carro, bens, esqueça. Eu não tenho nada e me cerquei de um bando de sanguessugas. Bem, o placar é injusto (tenho mais amigos que interesseiros no meu caminho) mas não deixou de ser um alerta tardinho à um cara prester a completar 34 anos de idade. Tem uma receita facílima que irá te dar um resultado breve sobre os fatos. Pense nas cinco últimas vezes em que te ligaram. Foi para pedir ou para agradecer? Foi para saber como você estava ou para ajudar uma causa alheia? Foi para festejar ou para chorar? Depois você me diz.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;+ canções&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tô na entre-safra. Escrevendo pouquíssimo. Música, texto. Tô compondo uma chamada Eu/Deus. Ela tá 99,7% pronta. Esse disco da Madonna “me quebrou”. Me deu tantas idéias de arranjo. Tô pensando em chamar o coral lá da igreja para cantar uma música chamada &lt;strong&gt;Nos Reunimos Hoje&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Daniel Jr/Amaury Figueira&lt;/em&gt;), o arranjo tá aqui na cachola. Ao mesmo tempo que eu sou ciumento com minhas coisas, gosto de compartilhar, saber o efeito que causa sobre as pessoas. Cantei e toquei em duas ocasiões lá na igreja uma música que começei a compor em 1998 – &lt;strong&gt;Invisível Mas Poderoso&lt;/strong&gt; - e que terminei faz uns quatro meses. O feedback foi muito bom. Satisfaz a gente. Teve até quem me pedisse a letra por ter achado ela linda e tal. Eu fico feliz. Muito feliz. É uma afirmação do dom. Eu preciso. Não compro tanto meu próprio passe. Sei que poderia escrever um disco de qualidade com até 20 canções diferentes entre si. Sei que seria uma satisfação para muita gente ouvir, mas ainda não rolou.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eu tô morrendo de sono e ainda tenho aula hoje (quinta-feira). Vou deitar. A gente se fala.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-5814489510149237464?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/5814489510149237464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=5814489510149237464&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/5814489510149237464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/5814489510149237464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2008/05/you-know-feelling-in-your-heartbeat.html' title='You Know a Feelling In Your Heartbeat'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SD9qmNWUDwI/AAAAAAAAAEo/fvgZ7yorWXs/s72-c/Madonna.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-8557743590149657132</id><published>2008-05-01T15:51:00.000-07:00</published><updated>2008-05-01T15:57:04.646-07:00</updated><title type='text'>De Tanto Eu Te Falar Você Subverteu O Que Era Um Sentimento e Assim Fez Dele Razão...</title><content type='html'>Tomei coragem para escrever o diário. Vontade, vontade, eu não tenho. Por vários motivos. Não tenho mais tanto tempo – e isso não é ruim – também tenho pouca vontade de compartilhar. Estou ficando (o processo começou há mais de 3 anos) um pouco egoísta, porque realmente, não vale a pena ser de “todo mundo” quanto se pensa. Uma frase radical: não é possível ser feliz “sendo” de tanta gente. As armadilhas das relações irão te pescar. Pode ser que eu feche o diário por tempo indeterminado ou mesmo, para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que dá para medir o quanto estamos preocupados com nosso próprio umbigo nos últimos dias, nos últimos anos, nas últimas eras e quanto isso influencia na nossa forma de conduzir a vida? Influencia nossos valores e provavelmente nossas prioridades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um amigo antigo está voltando pela 2ª vez ao Nordeste. Especulo que este retorno tem a ver com o parágrafo acima. Quando ele voltou ao nosso meio, voltou esperando uma recepção mais calorosa e desta vez, não teve tapete vermelho. Triste e já sem os amigos que colecionara no período em que esteve conosco, resolveu voltar para onde se sente mais útil e quem sabe, mais amado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você leu os posts dos últimos 6 meses reparou o quanto eu tenho falado da configuração mais recente da amizade, que é formada de puro e pleno interesse. Há um tempo atrás, isso me entristecia. Chegava a causar uma espécie de dor por pensar, com saudade, dos velhos tempos que não voltam mais, mas além de estar mais egoísta – como parte do processo de transformação que a gente na vida passa – estou também muito cético e o ceticismo funciona como um bálsamo da razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gostaria que alguém me dissesse em poucas palavras o que é amizade. Me dê exemplos contemporâneos de coisas para se guardar no coração. Não quero saber de fábulas ou histórias infantis de cortar o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida passa muito depressa e as coisas mudam na mesma velocidade. Há um ano atrás, em maio de 2007, a minha vida – em vários aspectos – era muito diferente da que é hoje. Eu olho para trás, não me reconheço, não reconheço pessoas com quem convivi e não reconheço minha própria fala. E digo que infelizmente, muita coisa piorou e isso, não necessariamente, teve consequências muito ruins, por incrível que pareça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mudei e acho que para melhor. Tenho dito à algumas pessoas que não se pode envelhecer e emburrecer. Tenho sentido uma segurança que não conhecia. Certeza em relação à vida. Não consigo por culpa em ninguém. Sei quando erro e sei meus limites, por mais que isto seja um belo clichê da maturidade. Eu me sinto bem com relação a mim mesmo e desconfortável com relação aos outros e esta é uma situação inédita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto você pode estar lendo as últimas falas do Pierrot&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo Carnaval Tem Seu Fim - Los Hermanos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo dia um ninguém josé acorda já deitado.&lt;br /&gt;Todo dia, ainda de pé, o zé dorme acordado.&lt;br /&gt;Todo dia o dia não quer raiar o sol do dia.&lt;br /&gt;Toda trilha é andada com a fé de quem crê no ditado de que o dia insiste em nascer.&lt;br /&gt;Mas o dia insiste em nascer pra ver deitar o novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada.&lt;br /&gt;Toda bossa é nova e você não liga se é usada.&lt;br /&gt;Todo o carnaval tem seu fim.&lt;br /&gt;É o fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda banda tem um tarol, quem sabe eu não toco?&lt;br /&gt;Todo samba tem um refrão pra levantar o blogo.&lt;br /&gt;Toda escolha é feita por quem acorda já deitado.&lt;br /&gt;Toda folha elege um alguém que mora logo ao lado e pinta o estandarte de azul.&lt;br /&gt;E põe suas estrelas no azul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-”Pra que mudar?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-8557743590149657132?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/8557743590149657132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=8557743590149657132&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/8557743590149657132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/8557743590149657132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2008/05/de-tanto-eu-te-falar-voc-subverteu-o.html' title='De Tanto Eu Te Falar Você Subverteu O Que Era Um Sentimento e Assim Fez Dele Razão...'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-2626749369613137351</id><published>2008-03-15T17:18:00.000-07:00</published><updated>2008-03-15T17:26:15.759-07:00</updated><title type='text'>Give Peace a Chance</title><content type='html'>&lt;strong&gt;... Pelo menos, poderemos ter dois retiros também, não?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei sabendo esta semana que a Alerj (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) teria aprovado uma lei na qual teríamos Carnaval no meio do ano, para ser mais preciso, em julho. Seriam três dias de desfile. Para que a lei seja sancionada precisa apenas do amem do governador Sérgio Cabral. O presidente da associação das escolas de samba do nosso estado, reclamou do tal carnaval de inverno, alegando falta de condições financeiras. Uma enquete foi feita nas ruas do Rio perguntando a população o que eles achavam da idéia. Uma maioria esmagadora concordou, ousando até em dizer, que o Rio se tornaria como a Bahia, Carnaval o ano inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí eu pergunto aos meus amigos leitores. Há solução para o Brasil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para uma minoria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mudando de assunto, eu gostaria tanto que algumas pessoas que não lêem este blog o lessem agora. Já convivi com uma espécie de gente, que ama sua língua e, por conseguinte sua peçonha. Disputam com as revistas de fofoca, a primazia da notícia. Não canso de dizer a Sra. Renata, que se déssemos liberdade (e mesmo não dando, eles ousam), falariam das nossas vidas, nos corredores do prédio, nas ruas do bairro, nas escadarias da igreja, no gabinete pastoral. Como sou feliz, por jamais ter permitido, que esse pessoalzinho soubesse meu telefone domiciliar, meu e-mail ou qualquer coisa íntima. Digo, sem medo, que é do pessoal mais difícil de suportar. Pessoas que não se ocupam de suas vidas e ocupam, imaginariamente, a vida do próximo. Tenho amigos que são vítimas desta laia ou como diria D. Florinda, desta gentalha. Parece este, ser um mal incurável, ou pelo menos, longe das minhas providências. Como Deus cura alguém da fofoca? Que tipo de medicamento é direcionado, quem se alimenta, avidamente, dos interesses alheios? Que câncer é este, que sob o calor mais escaldante, não encontra redução, não encontra discrição, não encontra misericórdia? Ainda ocupam lugares nobres, desejados e austeros. Influenciam pessoas, maquinam pequenas vinganças e possuem rostos de piedade. Choram. Riem e mesmo assim, são incapazes de mudarem. Vejo gerações inteiras de capacitados para o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Momento narciso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou muito feliz por ter a oportunidade de continuar escrevendo. Agora, de forma até um pouco mais formal. Escrevendo artigos para um site de rock (&lt;a href="http://whiplash.net/"&gt;whiplash&lt;/a&gt;), escrevendo reviews (pequenas resenhas) para a Isfree e exercendo o que tento fazer de melhor: expor um pensamento lúcido sobre uma vida louca. Em breve, estaremos com a Isfree Magazine, que será uma revista eletrônica, vinculada a &lt;a href="http://www.isfree.tv/"&gt;Isfree&lt;/a&gt;, especializada em séries americanas. Além de reportagens, teremos também artigos e muitas curiosidades. Na revista de estréia, fiz algumas matérias sobre séries clássicas e escreverei sempre uma coluna chamada Fora de Série, dando uma pincelada naquilo que há de mais interessante no mundo da séries. Quando eu comecei a escrever para o Dani-se (o antigo nome do Diário, em 2003), a idéia era melhorar o exercício da escrita. Afinal de contas, naquele ano, estava começando a fazer jornalismo e o que dizer de um futuro cronista que comete erros banais de português? Precisava ter uma autocrítica e receber a crítica de quem leria. Foi o que eu fiz. Sobretudo, fico feliz de nesses cinco anos ter desenvolvido meu próprio estilo. Não ser cover de ninguém. Minha personalidade hoje está inserida nos textos e, eu sei, que tem dna por trás delas. O &lt;a href="http://www.loshermanos.blogger.com.br/index.html"&gt;Blog Los Hermanos &lt;/a&gt;(na qual fui colaborador algum tempo) também me ajudou a “entender” cabeça de leitor de Internet, dando uma tranqüilidade, que jamais tive. Graças à experiência, graças à idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O canal da Internet, além de ser um instrumento de pensamento, é onde exponho minhas canções, onde ganho elogios e críticas e, sobretudo, dou minha contribuição artística para o mundo. Contribuição acredito eu, mais ingênua e sincera, que um artista pode oferecer para a humanidade. Não há moeda de troca, mais recompensadora, do que mover o tempo de um estranho, abraçar um amigo distante, felicitar irmãos, através da arte. Já conheci tanta gente bacana, já falei com tanta gente legal, com verdadeiros amigos, que sinalizaram suas existências, através da co-existência do diário. Conheci um dos meus letristas preferidos (&lt;strong&gt;Gian Fabra&lt;/strong&gt;, baixista da Legião na década de 90) por conta do Diário. Revi minha amiga de 4ª série, &lt;strong&gt;Thais Morais&lt;/strong&gt; (renomada jornalista) por conta do Orkut e do Diário. Refiz a liga da família através do Diário, com minha irmã &lt;strong&gt;Rose&lt;/strong&gt; e com minha tia &lt;strong&gt;Iraci&lt;/strong&gt; e com outros membros da família Oliveira. Felicito meus amigos distantes e que são sempre muito próximos do meu coração. Logo, este espaço é abençoado. Não é uma verborragia gratuita de sensações finitas. É um encontro com gente que eu amo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E pra terminar...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E apenas se lembrando de gente que eu amo, que eu esqueço da notícia do &lt;em&gt;Double Carnival&lt;/em&gt;. Que me envergonha e muito, de ser brasileiro e porque não, de ser carioca. Lembrando de gente que eu amo, me esqueço, de tais fofoqueiros, que já beberam no meu copo e que hoje, estão tão longe, que já não posso ver a lenta saliva venenosa, que desce dos seus lábios, a cada ataque. Lembrando de gente que eu amo, eu lembro de que, a amizade, não se dispõe de momentos festivos (e estou longe de festejar a muitos anos), de encontros regados à bebida, saudade ou piadas. A amizade está repleta de constatações verdadeiras, de que a vida não termina no “off” do computador. Para dizer a verdade, a vida começa, quando eu desligo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-2626749369613137351?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/2626749369613137351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=2626749369613137351&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/2626749369613137351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/2626749369613137351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2008/03/give-peace-chance.html' title='Give Peace a Chance'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-6236357397108004796</id><published>2008-03-01T15:12:00.000-08:00</published><updated>2008-03-01T15:16:48.399-08:00</updated><title type='text'>O melhor plano de saúde é viver...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Horário: 14:00&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Cenário: Duque de Caxias&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Lugar: uma destas clínicas médicas que tem como especialidade fazer exames de admissão e demissão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Personagens: eu, três senhoras entre 50 e 60 anos e um médico sem jaleco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Título: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quando a paciência se despede sem dizer tchau.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Lá vou eu em direção a Dallas (apelido carinhoso de Caxias, município do Rio) fazer um exame médico que comprove que estou apto para assumir minhas funções como Orientador Educacional. Um sol para cada um, conforme diz Galvão Bueno, fico na expectativa de resolver tudo rapidamente. Tinha outras missões para o mesmo dia. Encontro o tal lugar. Com um lay out de dar inveja a qualquer aviário (com todo respeito às penosas) encontro as “recepcionistas” e lhes digo meu objetivo ali:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Vim fazer exame admissional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Qual é a função, meu filho?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Boa pergunta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Pausa para o telefone, falar com os novos patrões:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Oi xxxxxxxxx. Aqui é o Daniel, estou na clínica e estão me perguntando a função.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Ah Daniel. É orientador. Como você não é formado ainda, não pode assinar como professor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Ok.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Volto as senhôras (circunflexo meu):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Orientador&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Ok. Gumercinda (eu inventei o nome, porque ela tinha cara de Gumercinda) atende este rapaz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Sento-me na cadeira ao lado:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- A firma tem convênio?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Não sei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Então é particular?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Também não sei. Só me informaram para vir aqui fazer o exame.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Se não veio ninguém da sua empresa, é particular e o senhor tem que pagar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Segunda pausa para o telefone, falar novamente com os novos patrões:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- O xxxxxxxxxx ela está me dizendo que eu tenho que pagar. É isso mesmo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Não eu já estive ontem aí e paguei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Sou interrompido pela D. Genésia (sei lá se era esse o nome):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Qual o nome do lugar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Não tem este nome aqui não, ela teve aqui mesmo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Volto ao celular, a patroa responde:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Não, a razão social não é essa não. É xxxxxxxxxxxxxxxxx.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Repito o nome dito no celular:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- O nome certo é xxxxxxxxxxxxxxxxx.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Ah sim. Está aqui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Volto à atenção para Gumercinda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Identidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Está aqui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;- Seu nome?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Não respondo, com o indicador, afasto mais a identidade para que ela mesma veja meu nome.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Após os procedimentos, levanto-me e aguardo por ali mesmo para ser chamado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Neste momento a “girl” (que fazia o papel de boy) está enrolada por não ter conseguido achar o número certo do grampo do grampeador que o Dotô havia encomendado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Entre desentendimentos e argumentações, ele pede uma água e pede que ela volte à papelaria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Chamam meu nome, levanto prontamente para ir a uma sala que lembra banheiro de empregada. Arrumado, mas pequeno, pra dizer a verdade, pequeníssimo. Percebo que não sou eu, o sobrenome é diferente. Volto para sentar-me.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Depois de quatro perguntas triviais que não quero reproduzir aqui, leio que estou “apto para as funções do trabalho” no atestado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Horário 16: 40&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Impaciente com o atendimento, com o lugar, com o calor, com a muvuca de gente pela rua, volto para Penha, meu abrigo, a fim de resolver outros problemas e ainda ir para a faculdade. Vou pensando no caminho, que, ao menos, a pequena aventura me dera inspiração para o Diário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TEOCENTRISMO TUPINIQUIM&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Na idade medieval, no início do século XV, a igreja católica era o Bush do mundo. Só comia no seu prato, quem vendesse seus terrenos e propriedades para seu domínio. Através da indulto do Papa e do alto clero, você nobre, poderia ter seu lugarzinho no céu. Poucas pessoas tinham acesso a Bíblia e mesmo que tivessem, o analfabetismo na Europa era grande. De um jeito muito similar ao que vemos hoje em dia, ela dominava, escravizava e tinha seu próprio exército. Neste período estava em voga o TEOCENTRISMO, que em palavras pro leitor do Diário entender, era uma filosofia na qual se acreditava que Deus é o centro do Universo, tudo foi criado por ele, por ele é dirigido e não há outra razão além do desejo divino sobre a vontade humana (wikipedia). Então era mais ou menos assim: se uma criança perguntasse a mãe o porquê de estar chovendo, ela responderia: porque Deus quer que chova.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Olhando ignorantemente para o fato histórico, parece ser bom, mas não é. Séculos depois, nós temos o TEOCENTRISMO TUPINIQUIM, para variar, pior do que o original. Pior porque não temos Lutero, para a Reforma. Deus virou o principal responsável por tudo na nossa vida, inclusive responsável por nossa parte. Pedimos a Deus que nos dê um bom emprego (e quem não quer?) um bom salário (e quem não quer?) uma boa esposa ou marido (e quem não quer?) uma boa casa (e quem não quer?) e tudo de bom que há nesta terra, para cada desejo e, sinceramente acho, que fazemos pouco para isso. Muito pouco. Eu, pelo menos acho, que me preparei inadequadamente para a vida, sob certos aspectos e não tenho timidez de dizer isso. Olho pra trás e vejo que poderia ter feito de uma forma diferente certas coisas ou ter sido mais persistente em outras e tais decisões não tomadas, influenciaram no meu futuro e se refletem agora no presente. Verdade é, que o passado serve para constatação do que foi e do que pode ser melhorado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;De forma, que eu cheguei á conclusão que eu preciso viver mais. Estudar mais. Trabalhar mais. Estar mais na vida. Isso inclui se preparar com mais intensidade e relaxar na mesma velocidade. Estar entre aqueles que está mostrando pra Deus que querem uma chance de ser feliz de um jeito até planejado, MAS, se nada der certo (ou não como o planejado), não olhar pra trás com remorso ou arrependimento e entender que tudo que necessariamente deveria ser feito foi feito e que o melhor foi colhido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Não quero que meu Deus tenha as costas largas. Nem Ele. Não sou religioso de agregar a Deus funções minhas e nem meu relacionamento com Ele pode ser “toma lá da cá”. Eu dou pra Ele, Ele me dá. Eu quero um pouco mais. Eu tô muito a fim de viver com graça e alegria, comer uma costela deliciosa com a minha esposa, ir ao cinema e beber do saber dentro da sala de aula, estar disposto a apreender mais e doar conhecimento. Cumprir com ousadia e destreza os projetos das quais estou envolvido e ir contra aquilo que seria muito fácil: dobrar os joelhos, cruzar os braços e esperar do Céu, a solução pros meus pequenos problemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Então, não ao TEOCENTRISMO TUPINIQUIM. É hora de fazer o que Ele não faz e deixar pra Ele aquilo só Ele pode fazer. No campo do impossível, onde nossa mão não alcança, Ele tudo vê.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Ah... Bancando o espiritual... rsrsrs&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SUCURSAL DO INFERNO&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Este é o apelido curioso que o sindicato dos bancários chama o banco onde trabalhei alguns anos. A origem do “nick” se dá pelo fato do banco americano não ceder á greve dos bancários e mesmo assim, gozar das poucas conquistas do sindicato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Eu não vou ficar aqui dizendo algumas histórias que eu conheço por ter vivido lá (e viver é o verbo certo), mas uma coisa fique bem clara.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Perdi (no sentido de alma) um amigo alegre para esta instituição. O cara entrou feliz, sorridente, otimista, casado, sem filhos e cheio de pretensões. Saiu 10 anos depois com síndrome do Pânico, tomando remédios controlados e apresentando sintomas do TOC (transtorno obsessivo compulsivo), sem contar que a esperança e a auto-estima foram pras cucuia, dando lugar a um cara doente, endividado e com a lamentação nos lábios. Boa parte da culpa do estado do meu amigo foi da “Sucursal”. Foram de pessoas maldosas, de gente assumidamente má e que tem interesse apenas na mão de obra de todos nós. Afinal somos números.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Reclamar assim, como se nada de bom tivesse acontecido, parece ser uma ingratidão. Fique claro, aprendi a saber um pouco sobre mim e meu caráter, olhando o espelho da imperfeição na vida de muitos ali e conservo a saudade do ambiente bacana e dos pouquíssimos amigos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Sempre dizia a este anônimo amigo que jamais acreditasse nos elogios e muito menos nas críticas, pois ambas possuem a mesma força. A crítica te engana acerca de nossas habilidades. O elogio nos seduz a “cegar” nossas falibilidades. Ou seja, medir tudo e pensar sobre todos é um bom caminho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;A saída da instituição deixa em nosso espírito uma série de cenas angustiantes e depressivas que só quem já vivenciou algo parecido sabe dizer com exatidão imprecisa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Ao meu amigo e irmão eu desejo sorte em Deus e que ele ressurja. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-6236357397108004796?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/6236357397108004796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=6236357397108004796&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/6236357397108004796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/6236357397108004796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2008/03/o-melhor-plano-de-sade-viver.html' title='O melhor plano de saúde é viver...'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-7932168061036326538</id><published>2008-02-08T04:45:00.000-08:00</published><updated>2008-12-11T23:26:14.807-08:00</updated><title type='text'>Venha sobre mim o teu constante amor, ó Senhor, e a tua salvação segundo a tua promessa - Salmos 119.41</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R6xPgZe0BbI/AAAAAAAAAEY/Tb6M3pIXGLY/s1600-h/ivete.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5164590290701649330" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R6xPgZe0BbI/AAAAAAAAAEY/Tb6M3pIXGLY/s320/ivete.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:180%;"&gt;X &lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R6xQkpe0BcI/AAAAAAAAAEg/LUWmdeA6wLk/s1600-h/apv.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5164591463227721154" style="WIDTH: 123px; CURSOR: hand; HEIGHT: 99px" height="192" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R6xQkpe0BcI/AAAAAAAAAEg/LUWmdeA6wLk/s320/apv.jpg" width="151" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O que a baiana onipresente Ivete Sangalo tem em comum com a mineira Ana Paula Valadão? Ambas são modelos para a sociedade feminina brasileira.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por uma questão de gosto, não consigo ouvir nada de nenhuma das duas. Ambas são simpaticíssimas e igualmente chatas. Suas músicas colam em nossos ouvidos, por força do sucesso ou por força bruta dos ouvintes fanáticos. Verdade é que, toda mulher, com exceção salutar, gostaria de ser uma delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete é o exemplo da mulher bem sucedida (?) no Brasil. Com ar independente, sorriso quase permanente e talento. Ana Paula Valadão, estilo angelical, voz mansa, personalidade submissa à religião e à suas idéias de adoração. Ao contrário de todo a sensualidade que a baiana representa, APV é quase um espírito reto que vive por aqui, no mundo dos mortais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamá-la de onipresente não é um exagero. Comercial de cerveja, de sandália, de perfume, de xampu e até de venda de cd! Quem diria, uma artista que sempre aparece cantando os jingles, aqui e ali, faz música “de verdade”. No carnaval então uma overdose de Ivete em cima de todos os trio-elétricos, blocos, carros alegóricos, bonecos e por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APV é a mulher cristã ideal. Espiritual, boa voz, cabelos soltos, rosto branco e alvo como a neve. Pureza, canção e choro, tudo numa só canção. E as meninas ficam lá, gritando, chorando, amargurando como ela. Em cada discurso, um “amém” de concordância. Seja lá a discrepância dita. Pensar pra quê? Foi ela que disse. Tudo que for ligado na terra (!) será ligado no céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste liga-desliga, o que mais se vê hoje é clone do robô Ivete/Ana Paula. Seja santa para cada ocasião ou charmosa quando todo mundo já está na pista. Mulheres do dia a dia que fingem felicidade, tais quais os namorados fingem fidelidade no carnaval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete “Baiana” Sangalo ganhou uma concorrente á altura. Claudia Leite, ex (?) integrante do grupo de axé Babado Novo e que segue carreira solo após o carnaval. Loirinha com a marca indelével de quem é da Bahia de todos os santos, o sorriso. Já APV, de um santo só, perdeu um pouco o bastão da realeza para outros grupos que surgiram após o Ministério Diante do Trono. O fogo do altar não está tão fumegante quanto antes, pra mídia já não é mais interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saia curta ou saia longa, que saiam logo! Pierrot não agüenta mais nenhuma das duas! “Misericórdia irmão!” Dirão alguns. Misericórdia peço eu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Retiro de Carnaval&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu pensei cá com meus botões: “Mais um não dá”, mas Renata queria porque queria ir. Então vamos lá. Seja o que Deus quiser. Não sei se vocês já perceberam, mas a gente usa á esmo esta expressão (seja o que Deus quiser), na verdade, queremos que prevaleça o nosso desejo, a nossa vontade. Este “seja o que Deus quiser” é mais uma espécie de “Eu não tô afim mais se vira Deus”. Eu fui. E Deus não se virou não, ficou de frente, o tempo inteiro. Foram momentos muito gostosos, bacanas. Pra você que lê e não é evangélico, fica meio difícil explicar o que é bom pra gente (cristão), que não seja mulata, samba, cerveja, acidentes automobilísticos, região dos Lagos, Sapucaí e Beija-flor. Antes de mais nada, o sítio em Xerém tem paisagem bucólica (sempre quis usar esta palavra) e o horizonte te embebeda de uma realidade desconhecida. Daí teu espírito fica naturalmente aberto a novas sensações e um novo respirar na presença do Criador. Eu sei que falando assim, fica parecendo com aqueles movimentos hippies dos anos 70, o Power Love. Não. Lá naquele imenso campo verde não tem cachimbo da paz, sexo livre e Jimi Hendrix. Lá tem vontade de se isolar do Rio de Janeiro, do Brasil e acho até que do Planeta. Disse a minha sogra ano passado, que, caso houvesse caravana pra Marte no Carnaval, eu seria um dos passageiros. Ninguém se animou. Então Xerém, aqui vamos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valeu a pena! Foi tudo muito bem costurado pelo amadorismo. Não no sentido organizacional, pelo contrário, mas tudo fluiu tão bem, sem que ali existisse um código de normas e regras, que parecia realmente que estávamos numa nova comunidade, com aqueles nomes esotéricos: Luz do Amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixe-me rir (hahaha). Estou tentando escrever de forma dualística. Dar a visão secular de quem viveu durante cinco dias de forma espiritual lá no sítio. Bem, verdade é, que fica difícil expressar as experiências que se tem com Deus mediante louvor á sua Glória e majestade. E dentro deste pacote ainda ter piscina, toboágua, campo de futebol, quadra, vôlei e muita zoação. No meio da molecada (era maioria), eu me senti de novo um moleque. Daqueles que não perdem o sorriso por nada e, sobretudo não se sente sozinho. Achei até gente que disse o seguinte: “Daniel, quando te via tocando lá na igreja, sempre quis ter uma amizade com você por achar que isso seria muito interessante. Quando vi que no quarto onde fui alojado você estava também, fiquei muito feliz”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pierrot quase foi ás lagrimas mediante tal declaração. Pierrot sendo alvo de desejos saudáveis e de amizade, sendo mirado por uma multidão de meninos e meninas que tem sede de Deus. Uma geração de gente que ama mais ler (a Bíblia) do que cantar (adoradores, loucos ou sãos). Isso era um sonho. Não é real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisaria de alguns dias pra descrever em detalhes tudo que aprendemos de tudo que foi dito, cantado, testemunhado e, sobretudo, vivido. Mas vai lá. Vou deixar pra quem ler me perguntar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Perdi a senha&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Perdi a senha do blog Caixa de Música. Realmente não sei como deixei isto acontecer. O trabalhinho da Isfree (&lt;a href="http://www.isfree.tv/"&gt;http://www.isfree.tv/&lt;/a&gt;) tomou um bocado do meu tempo e eu fiquei com a cabeça meio perdida e aflita. Terei que criar um outro blog. Só pra explicar: sem senha, não há como atualizar, deletar ou corrigir qualquer coisa no site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Filipenses 4:6 &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplica, com ações de graças, sejam as vossas petições conhecidas diante de Deus”. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca ficou ansioso? Que não esperou com unhas e dentes, das coisas mais banais ás fundamentais? Quem nunca perdeu o sono no meio da noite e perdeu o timing do pensamento em meio á outras atividades? Eu diria que é impossível não ser ansioso num mundo que está te propondo o tempo inteiro novos desafios. Um novo desafio não parte de você, parte de fora. Até os desafios de Deus nascem Nele primeiro, pra depois nos alcançarem. E aí, sejam pelas coisas santas ou pelas “profanas”, trazemos o futuro (irrealizado) pro presente (realizado) e sofremos, sofremos, sofremos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ações de graça, segundo o texto acima, é um dos pré-requisitos da não-ansiedade. A gratidão a Deus, em tudo e por tudo é a tênue camada fina da tranqüilidade. É o nosso Diazepam. Agradecer pelo que não se vê? Putz... Como fazer isso? Fé meus amigos! Sem fé não se faz nada. Não se atravessa nem a rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. Hebreus 11:6&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A fé renova a esperança mesmo não sendo palpável e além de tudo torna o vínculo com Deus mais bonito, mais real. Pois é, fé é mais ou menos isso: a inexistência do visível tornando palpável a relação com Deus. Psicologicamente, em “dias de fé”, nosso humor é alterado. Porque cremos, estamos adiante. Gratos pelo que não vimos. A gratidão, diferente da ansiedade, não nos faz viver o que estar por vir, mas agradece pelo que virá e o que virá. Por isso a fé tem uma força diferente e além de qualquer misticismo pagão, plural, egoísta e idiota. Fé em Deus não é simplesmente crer que Ele fará conforme o nosso desejo, mas que Ele realizará o melhor, além do nosso desejo. Não, não é fácil, mas é assim, se cresce, se vive, se caminha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/ef/3/20+"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Efésios 3:20&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Ah! Como é bom saber disso! Melhor do que saber mesmo, É CRER!!! Não, não tem segredo: cinco passos de fé, cinco maneiras eficazes de andar cheio de fé, fórmulas mágicas, alteradoras das nossas mais sensíveis percepções. Não. Temos que viver, tal qual o lema do AA (Alcoólicos Anônimos), um dia de cada vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É... Pra quem começou com um discurso desanimador (Ivete x Ana Paula), até que as últimas palavras foram encorajadoras!!! AHAHAHA... Vai saber!!!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-7932168061036326538?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/7932168061036326538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=7932168061036326538&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/7932168061036326538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/7932168061036326538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2008/02/venha-sobre-mim-o-teu-constante-amor.html' title='Venha sobre mim o teu constante amor, ó Senhor, e a tua salvação segundo a tua promessa - Salmos 119.41'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R6xPgZe0BbI/AAAAAAAAAEY/Tb6M3pIXGLY/s72-c/ivete.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-1132148946788578218</id><published>2008-01-18T19:08:00.000-08:00</published><updated>2008-12-11T23:26:15.530-08:00</updated><title type='text'>" A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira" - Provérbios 15.1</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um leitor deste blog fez elogios rasgados ao conteúdo deste diário mas fez críticas abertas e sinceras ao meu mal humor e pessimismo de quem escreve. Ele disse que a escrita é boa quando realista e ruim quando estou mal humorado e pessimista, segundo a visão dele. Bem... Este é o diário do Pierrot. O que o Pierrot sentir, pensar, vai estar aqui retratado para eternidade como uma fotografia do momento. Então, caso eu esteja feliz isso será fotografado. Caso não, também. É verdade que nos últimos dias eu não tenho estado satisfeito com a maioria das coisas que vejo com meus olhos e ouço com meus ouvidos, mas eu sou assim. Se um comportamento que não for o meu estiver por aqui, este não será o Diário do Pierrot. Respondido?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157039504101897762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R5F8GxamdiI/AAAAAAAAAEI/vNXOvRmfoXY/s320/terapia_01.jpg" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Analisa antes de entrar em análise...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu desde novinho gosto de ler revistas femininas. Entendam bem. Eu gosto de ler Cláudia, Boa Forma, Marie Claire. Porque geralmente estas publicações tem matérias ricas e interessantes, além de contar com uma sessão de cartas que são absolutamente reveladoras. Volta e meia você pega uma história do tipo: "&lt;strong&gt;Troquei meu marido pelo motoboy&lt;/strong&gt;", "&lt;strong&gt;Sou casada, tenho dois filhos e estou apaixonada pela minha melhor amiga&lt;/strong&gt;", "&lt;strong&gt;Cansei de ser mulher&lt;/strong&gt;" e coisas do tipo. Sempre rola uma personagem mais ou menos assim: "&lt;strong&gt;Sou empresária bem sucedida do ramo...&lt;/strong&gt;", "&lt;strong&gt;Moro numa próspera região de&lt;/strong&gt;...", ou seja, quase sempre são dondocas, novas ou balzaquianas, montadas na grana que revelam seus dramas pessoais e coletivos, sob pseudonimos, á leitores de revista feminina comportamental. Eu sou um destes. Li, rapidamente na internet, uma chamada da revista Marie Claire de janeiro que era o seguinte: A terapeuta de casal roubou meu marido. A história em miúdos é a seguinte: um casal passando por uma crise resolve buscar uma solução profissional para seus problemas. Então vai até uma clínica e procura uma especialista em problemas matrimoniais. Resultado inesperado do tratamento, a psicóloga se envolve com o "doente" masculino e põe fim de vez na restauração daquele cônjuge. A revista diz que este tipo de situação é mais comum (!) do que se pensa, mediante a transparência exposta do casal mediante uma outra mulher ou homem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É rapaziada. Mexeram no satélite ou tiraram ele de lá de cima. É sabido e visível que o casamento tornou-se um símbolo decaído de uma sociedade devastada pelo hedonismo. Fidelidade virou mais uma propriedade religiosa do que propriamente conjugal. Aqueles que tentam, por um meio ou por outro, salvar ou reconstruir as bases destruidas de seus lares, agora também tem pela frente a concorrência aguerrida (e solenemente disfarçada) dos divãs femininos ou masculinos. Freud explica?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Casamento realmente não é coisa fácil. De cara, posso dizer que depois de 10 anos com a mesma pessoa, que o matrimônio não pode ser uma batalha, um duelo, uma guerra. Casamento, pra mim, é o título daquele filme estrelado por Keanu Reeves, Jack Nicholson, Diane Keaton... &lt;strong&gt;Alguém tem que ceder&lt;/strong&gt;. O tempo inteiro, durante a infinitude do que chamamos de amor. Esta tarefa, que parece ser sacrificiosa, vai se tornando rotineira e quase banal, quando ceder não é mais significado de perder e sim de chance e chances entregues á quem a gente ama, voltam pra gente nas formas mais surpresas e agradáveis. Se o casamento virar uma espécie de "hoje você vai ver", é melhor parar por aí. Melhor que isso, é parar antes. Temos dentro da gente um orgulho besta de em todo momento termos a necessidade de provarmos aos outros do que somos capazes e quase sempre a prova desta capacidade vem em forma de vingança e vingança nunca é &lt;em&gt;do bem&lt;/em&gt;. Isso só tem graça em comédia romântica. Na vida real, casal em pé de guerra, não levanta da cama.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nas crises, nada melhor do que ter bons amigos. Pessoas que possam te abraçar sem ouvir tudo que você tem pra dizer, mesmo que elas possam suportar toda a dor que se sente. Me desculpem os profissionais da área mas parece-me estranho pagar alguém que nunca me viu na vida e que vai julgar me conhecer por padrões generalizados de comportamento. É tão legal, com um copo de vinho na mão (de vez em quando é bom, vai), contar suas lástimas a quem realmente se interessa pela sua vida e não precisar sair de lá ouvindo os motivos que te levaram a tal situação mas que "tudo vai dar certo", acompanhado de um sorriso e de uma história de alguém que triunfou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Viver é fácil, difícil é conviver, diz o ditado... Mas estamos aí, não dá pra fugir da lida. Sem contar, que viver ainda é a melhor "fuga". Se manter em crises, lástismas, dramas e choramingos, por &lt;em&gt;hora&lt;/em&gt;, desafoga, mas por &lt;em&gt;horas&lt;/em&gt;, não resolve.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Se a lenda desta paixão faz sorrir ou faz chorar, o coração é quem sabe...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157039602886145586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="191" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R5F8MhamdjI/AAAAAAAAAEQ/amjxZMMAESg/s320/sandy.jpg" width="175" border="0" /&gt; &lt;div align="justify"&gt;Eu de vez em quando pego meu violão e começo a escrever. Faço minhas harmonias (a base) e vejo no que vai dar, despretensiosamente. Na despretensão, sai alguma coisa que me agrada. Aí eu mostro pra Renata. Ela sorri e diz que tá bonito. Não fico satisfeito, mostro pra alguns outros amigos e amigas e eles avalizam. "Poxa, tá bonito, que legal!". Vou lá no meu espaço, &lt;em&gt;upo&lt;/em&gt; as músicas pra lá e mando recado no orkut pro pessoal ouvir e ouço mais elogios ou críticas negativas. Assim vai. Desta vez, fiz um pouco mais. Diferente de meu próprio gosto e diferente de tudo que eu já produzi nos últimos anos, me intrometi a fazer uma versão. A música é &lt;strong&gt;That I Would Be Good&lt;/strong&gt; (Alanis Morissette) que virou &lt;strong&gt;Frágil e Eterno&lt;/strong&gt;. Eu sou contra versões, mas o destino me deu uma rasteira e resolvi bancar a idéia e fiz uma, das que considero, melhores letras. Audacioso, fui até a &lt;a href="http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=1048&amp;amp;tid=2575790214251016327&amp;amp;na=1&amp;amp;nst=1"&gt;comunidade da cantora canadense no orkut &lt;/a&gt;e dei minha cara á tapa. O pessoal sentou o pau! No entanto um elogio me deixou com a pulga atrás da orelha. Com a foto de Sandy (Sandy Leah aparecia no perfil) a "cantora" irmã do Junior fez um elogio com relação a versão e disse ter amado a canção daquela forma. Como sei que Orkut é terra de gente que se faz passar por outras gentes, fui dar uma olhada no profile da Sandy. Confesso que fiquei encasquetado, porque pareceu-me, pelos contatos, depoimentos e comunidades, ser a menina de Campinas que conquistou o Brasil ao lado de seu irmão. Bem, deixei um scrap (recado) dizendo assim: "&lt;strong&gt;Se você é quem diz ser, é uma honra o elogio. Se não, obrigado de qualquer forma&lt;/strong&gt;". Dias depois recebi a resposta (que mantive no meu orkut por dias): "&lt;strong&gt;Sim, sou eu mesma e não precisa agradecer porque eu adoro versões. Bjs&lt;/strong&gt;". Depois disso mandei mais um recado devidamente respondido. Sugeri a ela cantar Coldplay (a canção foi Trouble) e... Bem, passei para uma ex-especialista em Sandy e Jr saber ou confirmar se ela é ela. Depois da Renata, amigos e amigas, agora o Pierrot tem uma ilustre fã, Sandy... ou será sandice?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Como será o futuro do nosso país?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157039383842813458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R5F7_xamdhI/AAAAAAAAAEA/36-TNdA0kEI/s320/joaoalex.jpg" border="0" /&gt; &lt;div align="justify"&gt;O cantor cristão João Alexandre concedeu uma entrevista a uma rádio do interior de SP. Imperdível. A clareza pra falar de assuntos referentes a música e sobre o que Bíblia diz a respeito é invejável. Ouvir foi uma alegria, porque mediante tantas loucuras e desvarios, eu vou pensando que este turbilhão de acontecimentos doentios está se dando dentro de mim e na verdade, o doente sou eu e eu sei que isso não é verdade. Doente não. Carente eu sou e isso vai durar pra sempre...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para ouvir a entrevista baixe &lt;a href="http://rapidshare.com/files/83608736/Joao_Alexandre_resposta.mp3.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-1132148946788578218?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/1132148946788578218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=1132148946788578218&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/1132148946788578218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/1132148946788578218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2008/01/resposta-branda-desvia-o-furor-mas.html' title='&quot; A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira&quot; - Provérbios 15.1'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R5F8GxamdiI/AAAAAAAAAEI/vNXOvRmfoXY/s72-c/terapia_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-3685415661417596660</id><published>2008-01-05T20:50:00.000-08:00</published><updated>2008-01-06T11:27:10.639-08:00</updated><title type='text'>Ei... você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...</title><content type='html'>Neste momento eu deveria estar dormindo. Combinei de ir pra cama o mais cedo possível por conta do compromisso matinal aos domingos. Pois é. São 2 da manhã e resolvi atualizar o blogger. Mais. Resolvi mandar a malinha direta via orkut, que eu já havia prometido não fazê-lo, uma promessa de 2008 já ficou pra trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amigo é coisa pra se guardar...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falei com um dos caras mais talentosos que eu conheço hoje. Ouvi sua voz por minutos e vi seu “teclar” por mais alguns. E ele reclamou da qualidade das suas amizades. Esse cara é meu amigo, do peito. Um irmaozão. Discordo de algumas coisas que ele pensa e essas diferenças me ajudam a amá-lo cada dia mais. Voltando. Ele reclamou de que seus amigos “são fracos”. Achei a reclamação incomum (como ele é) e fiquei tentando entender. A conversa descambou para sua recente descoberta para mais um talento, &lt;strong&gt;produzir&lt;/strong&gt;. Pra variar ele fez um trabalho bacana, bonito e sentimental. Quem vai falar de amizades sou eu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um século egoísta. As pessoas utilizam-se de outras sem qualquer preocupação. Um conselho bacana é a discrição. Ainda está na família (pai, mãe, esposa, filhos) o recanto seguro (com raras exceções) de confiança. O mundo não é perfeito, mas a instituição reserva e concentra suas origens e possíveis reais identificações de quem você é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas como eu e meu amigo somos muito “na nossa”. Sofremos mais porque precisamos de um jeito muito especial, de gente ao nosso lado. De vez em quando, o que encontramos, são sanguessugas que usam verbos e pronomes com falsas propriedades e só nos envergonham da mão que estendemos. De qualquer forma, cumprimos nosso papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sou um homem de planos e sonhos. O &lt;strong&gt;cristianismo&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;humanidade&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;maldade&lt;/strong&gt; do ser humano não me permitem sonhar. Não. Eu não sou frustrado. Eu sou chato mesmo. Gosto mais de acariciar a realidade do que bem querer o futuro. Não é sedutor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma retórica repetida. A minha alma anda muito ocupada com essas desocupações do espírito. Essa gente realmente me enoja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a re-descoberta de gente que vale a pena chamar de irmão, me lisonjeia. Eu tenho um amigo com quem pouco falei chamado &lt;strong&gt;André Rocha&lt;/strong&gt;. Ele é um cara terno, doce e sensível. O que nos uniu foi a música, mas já falamos (virtualmente) sobre muitas coisas. Sinto mais confiança e verdade vindo do que ele me diz, do que alguns que conheci nesta caminhada. Alguns que usam o descaso como educação. Esse é um recado pra vocês mesmo. Pierrot já entornou sua taça de ira e possivelmente amizade não é um substantivo que vocês poderão compartilhar comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Enfim...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se parece sofisticado pra quem utiliza, mas o emprego da palavra “enfim” ficou desvalorizada. Parece que as pessoas não sabem o que dizer após um discurso vazio e mandam um “enfim”. O uso indiscriminado dos termos na língua portuguesa demonstra o quanto nos importamos em revelar quem não somos. Porque isso só diz o seguinte “eu queria falar muito mais, mas eu sei menos então, enfim...” já vi gente usar numa frase composta, três “enfins”. Deixo isso pros lingüistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em Brasília...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando não roubam, acham dinheiro. Foi exatamente isso que uma senhora descobriu. Valores em dinheiro e jóias. Dizendo-se com a consciência tranqüila, após encontrar no firmamento estas coisas, fez o que lhe pareceu certo = entregou a polícia. Fiquei com aquela cara de “é”. Cara de “é” é quando você tem vontade de usar um “enfim” e diz “é o fim”. Coitadinha da senhora de achar que a polícia (!) irá devolver valores no total de quatro mil reais. Segundo o delegado de polícia, as jóias que foram encontradas serão devolvidas mediante a apresentação das notas fiscais... Enfim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Memories Scenes From My Past&lt;/strong&gt; – o diário do pierrot começando em 1982 – tá ficando bem bacana. Lembrar de certos fatos me fez lembrar de outros e isso tá enriquecendo - e muito - a leitura dos futuros leitores. A partir do próximo post eu vou separar o &lt;strong&gt;Diário do Pierrot&lt;/strong&gt; da &lt;strong&gt;Caixa de Música&lt;/strong&gt;, um blog em que eu vou escrever, periodicamente, só pra falar de música. A partir do próximo post, o diário do Pierrot irá cumprir seu papel mais confessional e o Caixa de Música se restringirá á assuntos musicais. E, o Memories Scenes From My Past será inaugurado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aqui no Rio...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morre-se fácil. Você futuro suicida, se mude pro Rio. Quando vier pra cá, vem pela linha vermelha ou linha amarela. Suas chances são grandes. Não precisa contratar ninguém pra fazer o serviço sujo. O acaso não vai te proteger enquanto você andar distraído. Ele te encontra sob a alcunha de bala perdida. Balas perdidas não são terceirizadas. Elas são sempre funcionais, fatais. Ninguém é vítima de bala perdida no joelho, num braço, no omoplata, na orelha. Balas perdidas vão para o cérebro, coração, intestino, fígado, rim, tudo que seja vital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Renata...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltou pra casa. Foram 60 dias de solteirice e trapalhadas. Pra quem não sabe, a Renata se submeteu a uma cirurgia e deu tudo certo, como se sabia que daria. Não cremos em Deus por hobby, cremos Nele porque Ele nos amou primeiro. Desta vez não foi diferente. Não foi um milagre. Foi a ação dos médicos de forma eficiente. Agradecemos a Deus porque Ele permitiu que tudo desse certo. Agradecemos a Deus também por todas as pessoas que sinceramente se preocuparam e ligaram perguntando, com amor, sobre a saúde da Renatinha. Ela tá superrrrrrrrrrrrrr bem! Ela volta a trabalhar e estamos muito felizes como jamais estivemos. Ok. Esta frase anterior não tem muito de mim, mas fiz só pra testar a visão de vocês. Ei! Você ainda está lendo? &lt;em&gt;É isso aí pe-pe-pessoal!!!&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-3685415661417596660?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/3685415661417596660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=3685415661417596660&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/3685415661417596660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/3685415661417596660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2008/01/ei-voc-me-d-um-dinheiro-me-d-um.html' title='Ei... você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-3929982573277919947</id><published>2007-12-23T20:09:00.000-08:00</published><updated>2007-12-23T20:10:53.419-08:00</updated><title type='text'>Não vista a carapuça</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;AAS (Apartamento Anti Suicída)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;De onde você veio com seus conselhos?&lt;br /&gt;O que você quer com meu talento?&lt;br /&gt;Me diz aí,&lt;br /&gt;No que eu posso te ajudar?&lt;br /&gt;Qual é a data, qual é a hora, qual é o lugar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estou cansado de vocês.&lt;br /&gt;Eu tenho nojo de cada um de vocês.&lt;br /&gt;Eu tenho um asco pra cada um de vocês&lt;br /&gt;Mas eu não tenho nenhum medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou trancado no meu apartamento&lt;br /&gt;Com todo o meu passado&lt;br /&gt;E com toda biografia de meus ex-amigos&lt;br /&gt;E em cada diálogo havia a palavra&lt;br /&gt;Interesse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não suporto mais vocês,&lt;br /&gt;O peso é grande pra carregar por mais de um mês,&lt;br /&gt;Eu não agüento mais dores que não sejam as minhas&lt;br /&gt;Eu não concordo mais com vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou trancado no meu banheiro,&lt;br /&gt;Com o barulho da água do chuveiro,&lt;br /&gt;Me dizendo o quanto eu fui otário&lt;br /&gt;Em ser verdadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não amo mais vocês.&lt;br /&gt;Eu não ouço mais vocês.&lt;br /&gt;Eu não tenho mais nenhum de vocês.&lt;br /&gt;Eu já chorei por cada um de vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estou trancado no meu quarto,&lt;br /&gt;Com o volume máximo do rádio,&lt;br /&gt;Me dizendo toda hora quem eu não sou&lt;br /&gt;Ao ser verdadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste apartamento anti suicída,&lt;br /&gt;Tudo que toco, é vida&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-3929982573277919947?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/3929982573277919947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=3929982573277919947&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/3929982573277919947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/3929982573277919947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2007/12/no-vista-carapua.html' title='Não vista a carapuça'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-3971666296190870678</id><published>2007-12-20T09:59:00.000-08:00</published><updated>2007-12-20T10:11:39.336-08:00</updated><title type='text'>Pra Quem Não Tem Nada, Metade é o Dobro</title><content type='html'>Eu uso o orkut para me aproximar de culturas e de amigos distantes, mas estou muito propenso a deixá-lo oficialmente e navegar de forma &lt;em&gt;fake&lt;/em&gt; pela rede social. Por quê? Disse a um leitor deste blog estes dias, que o orkut é uma espécie de “Espelho, espelho meu...” do século XXI. Eu acho insuportável ver fotos dos álbuns. É uma &lt;em&gt;pá&lt;/em&gt; de gente fazendo &lt;em&gt;cara&lt;/em&gt; de feliz. Não me incomodaria se eu não percebesse que mais do que felicidade as pessoas desejam mostrar quem elas querem ser. Foto nenhuma deste mundo, do passado ou do futuro e muito menos do presente esconde o narcisismo idiota de pessoas que precisam de algum instrumento para serem o centro das atenções. Emulam amizades, relacionamentos superficiais e são estrelas dos seus comerciais. Não tenho fotos no meu álbum. Sempre que coloquei foi esporadicamente, porque quem conhece a minha vida – e não parte dela – sabe quem eu sou, do que eu gosto ou não. É lógico que enquanto escrevo isso me lembro de &lt;strong&gt;amigos&lt;/strong&gt; (verdadeiros) que usam o orkut como um meio de mensagem á família, aos parentes distantes e assim penso que não posso ser radical. Esclareço que não é destas pessoas que estou falando. Estou falando da maioria dos indivíduos que eu vejo por aí e pelo pouco que demonstram, espero que isso se mantenha na superficialidade. &lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/2co/10/7+"&gt;Amantes de si mesmo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê será que relacionamentos amorosos não dão muito certo há muito tempo e a nossa geração é hedonista até a alma? Porque mais do que amar alguém, essa geração entende que amar a si mesmo basta. Este amor é tão suficiente que ela menospreza o amor alheio até que ele não lhe satisfaça. Respeito, consideração e altruísmo são palavras obcecadas de inexistência. “&lt;strong&gt;Eu posso me amar tanto que posso desamar quem quer seja num período recorde que dê tempo de eu encontrar outro alguém que me ame na mesma intensidade em que eu me amo.”&lt;/strong&gt; Ninguém quer ceder. &lt;strong&gt;“Seja feita a minha vontade, assim na Terra como em você.”&lt;/strong&gt; Um anarquismo sentimental. Uma dolorosa via. Nem os mais experientes, os mais velhos nos dão mais lições de sobre como a vida se sustenta. Uma geração se foi. Quem tinha 50, 60 anos quando tínhamos 20, hoje tem 60, 70 e morre. &lt;strong&gt;Os novos velhos agora também são novos burros.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estou com sono e me sinto bem assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ouço discos de forma diferente. Tento absorver a vida útil daquela obra o máximo que eu posso. Acho que o artista quer isso do ouvinte. Que ele sugue toda a essência daquela flor. Se você me vir criticando ou elogiando um disco pode saber: já escutei ele o suficiente pra soberbamente dizer que o entendi. Não suporto ver um filme mais que 1 vez, mas um disco posso escutar por anos. Escutei o &lt;strong&gt;Ventura&lt;/strong&gt; dos Los Hermanos 2 anos, por dias e dias e dias... Decorei cada detalhe de letra, cada pausa, cada arranjo. Escutei vários discos desta forma. A relação tá acima da paixão, tá na base do entendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A continuidade é uma coisa prazerosa. Não desistir, ir em frente, faz de você uma pessoa melhor. Faz você se aperfeiçoar e deixar pra trás vícios, costumes e até convicções que não deveriam estar ao nosso lado. Na verdade a continuidade faz você parar várias vezes no caminho. Pensamos em desistir ou em continuar e quase sempre deixamos alguma coisa da bagagem pesada e que somos obrigados a carregar. Descobrimos a desobrigação da obrigatoriedade e jogamos fora da mochila o que não serve ou que nunca serviu e que percebemos a inutilidade naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tava escrevendo uma série virtual chamada &lt;strong&gt;Império a Raiz de Todos Os Males&lt;/strong&gt; que serviria pra contar como funciona um pouco do lado sistema financeiro aqui no Brasil. Embora fosse uma ficção, eu vou dar um tempo. Ainda existe dentro de mim vestígios de uma doença difícil de curar e também difícil de explicar e era possível, que durante o desenvolvimento da série, os sintomas se tornassem cada dia mais atuantes na minha patologia. Por isso, pelo menos por enquanto, Império (alguém achou o título pretensioso. Não há pretensão, é uma constatação de quem sabe o que é trabalhar para maior instituição financeira do mundo) está engavetado. Assim como &lt;strong&gt;As Manhãs de Lígia&lt;/strong&gt;, uma novela que comecei a escrever. Em 2008 escreverei &lt;strong&gt;Memories Scenes From My Past&lt;/strong&gt;. É a mesma coisa que o Diário do Pierrot só que irá começar em 1982. Minha idéia era colocar fotos da época mas elas estão com a minha mãe e amigos e fica difícil resgatar, pelo menos por hora, estes documentos. Escolhi 1982 porque foi um ano marcante para o Brasil em um aspecto, da qual me lembro com muita tranqüilidade. O Brasil perdeu para a Itália de 3 x 2 com 3 gols do medíocre &lt;strong&gt;Paolo Rossi&lt;/strong&gt;. Aquele dia deveria ser comemorado (?) como o &lt;strong&gt;Santo Dia da Miserabilidade&lt;/strong&gt;. O país estava ameaçando entrar num estado de re-democratização e passava por várias mudanças. &lt;strong&gt;Memories Scenes From My Past&lt;/strong&gt; será escrito com nomes, lugares e situações, sem qualquer censura e estará com um link aqui no diário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou muito feliz pelo fato de várias pessoas bacanas terem escutado minhas músicas lá no meu Myspace e terem gostado. É uma felicidade mesmo que se faça algo e alguém diga que aquilo é bom. Se você ainda não escutou e queira fazê-lo o endereço é &lt;a onclick="onClickUnsafeLink(event);" href="http://www.myspace.com/pierrotdaniel" target="_blank"&gt;www.myspace.com/pierrotdaniel&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o ano que vem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-3971666296190870678?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/3971666296190870678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=3971666296190870678&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/3971666296190870678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/3971666296190870678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2007/12/eu-uso-o-orkut-para-me-aproximar-de.html' title='Pra Quem Não Tem Nada, Metade é o Dobro'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-507226352901481747</id><published>2007-12-12T10:01:00.000-08:00</published><updated>2008-12-11T23:26:16.148-08:00</updated><title type='text'>"Ando só pois só eu sou sei por onde ir, por onde andei"*</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R2AosdY0iiI/AAAAAAAAAD4/_cQ3YgiOOro/s1600-h/3499339603.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143155518725196322" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R2AosdY0iiI/AAAAAAAAAD4/_cQ3YgiOOro/s320/3499339603.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Troquei o dia pela noite. Já era mais ou menos assim quando eu estava no banco. Dormia por volta das três da manhã. Agora a coisa se acentuou. Quatro, ás vezes, cinco da manhã estou indo dormir com o cantar dos passarinhos. Mentira, daqui do meu andar – 11º - não se ouve o cantar dos passarinhos. Ouve-se mesmo o barulho das kombis, chamando seus passageiros, num desespero diário. Hoje é meu 43º dia solteiro. Após a cirurgia da Renata – que está na casa da minha sogra neste período – eu sou o verdadeiro dono de casa. Se tivesse uma câmera escondida ou caso eu tivesse feito um contrato exclusivo com algum canal de tv, seria o reality show de maior audiência da tv brasileira. Só Deus sabe o que aconteceu neste apartamento com a ausência da patroa. Pras mentes maldosas, nada demais além das trapalhadas de um homem de 30 e poucos anos, aprendendo a se virar. Lavar roupa, lavar banheiro, limpar a casa, lavar louça, pagando contas na Internet, escrevendo, vendo filme e rindo sozinho de madrugada, cochilando, roncando e fazendo tudo que um homem sozinho pode fazer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pra mim, tem sido um martírio fazer comida. Faço compras e não gosto de nada do que preparo, então, invariavelmente como fora. Num “selv-selvice” – uma pessoa de minha intimidade fala assim – aqui perto de casa. Tão invariavelmente quanto estar presente, é meu pedido de bebida. Coca Zero com gelo. Por mais que seja a mesma pessoa que me atenda, também invariavelmente, me faz a mesma pergunta há mais de trinta dias após o peso da comida: - Qual é a bebida? Com gelo? Ou ele é um péssimo fisionomista ou tem uma fé incrível de que algum dia em que eu esteja comendo ali, mais uma vez, faça um outro pedido que não aquele: coca zero com gelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R2AnJtY0igI/AAAAAAAAADo/iiea00qSK-0/s1600-h/th-wi20010207_AmandaPeet_Granitz_142239.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143153822213114370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 110px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" height="103" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R2AnJtY0igI/AAAAAAAAADo/iiea00qSK-0/s320/th-wi20010207_AmandaPeet_Granitz_142239.jpg" width="84" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nestas madrugadas acordado, fazendo ás vezes duas, três coisas ao mesmo tempo como estou habituado a fazer (gravando cd, respondendo e-mail, navegando), parei pra ver o Corujão. Se você não sabe o que é o Corujão eu te explico. É o filme que passa após o Intercine. Se você não sabe o que é o Intercine, é a sessão de “cinema” que passa após o Programa do Jô. O Intercine começa por volta de 1:20 da manhã e por aí você tira que hora começa o Corujão. Passou um filme com a Amanda Peet, um belo espécime do sexo feminino. Como ela sempre escolhe comédias românticas pra atuar, e comédia romântica é um dos meus estilos preferidos, me detive em frente á tv. Na verdade, era uma comêdia-romântica-dramática. Uma professora de uma academia de ginástica que se envolve sentimentalmente com o dono da academia que é o verdadeiro Don Juan. O verdadeiro Don Juan se apaixona de verdade e a professorinha também. Só que neste meio tempo, após encontros e desencontros – um clichêzaço de filmes assim – ela descobre que seu ex-namorado está á morte em um hospital, vítima de AIDS e... Bem, o filme em português tem o sugestivo título de Fica Comigo (Touch Me – 1996) e quando você tiver oportunidade de assistir, assista, porque é um dos filmes mais sensíveis que vi falando sobre a Síndrome Imune Deficiência Adquirida. Muito bacana. O final do filme poderia ser mais “real”, mas a película despertou tanto minha atenção que fiquei desperto até ás quatro e cinqüenta. Bem, isso é moleza...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R2AnbtY0ihI/AAAAAAAAADw/jsyL0p23l4I/s1600-h/Amy+c%C3%B3pia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143154131450759698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="163" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R2AnbtY0ihI/AAAAAAAAADw/jsyL0p23l4I/s320/Amy+c%C3%B3pia.jpg" width="146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Estou escutando a &lt;a href="http://globoradio.globo.com/"&gt;Globo FM&lt;/a&gt; – via Internet – e se você tem um gosto musical parecido com o meu, vai gostar muito desta estação. Pra quem não sabe a Globo FM saiu do dial já há quase cinco anos (pelo menos aqui no Rio), mas se mantém nas ondas cibernéticas. Muito bacana a programação. Similar a JB Fm, a Antena 1 ou a Paradiso. Estava tocando uma música da Amy Winehouse, uma música nova. A primeira canção de trabalho desta branquela de voz negra foi Rehab, que curiosamente fala sobre a recusa de freqüentar uma clínica de reabilitação. A muié vive freqüentando as colunas de fofocas de celebridades por ser, vez ou outra, flagrada em situações digamos, inusitadas. Enfim, não farei o mesmo. Ela canta muito. Que voz cinquentona! Um suingue sem ser prezepeiro tal qual fazem outras estilosas cantoras americanas, á saber Mariah Carey, Tony Braxton e tarará, tarará. Dificilmente alguma coisa muito pop me seduz. Essa conseguiu. Ah! Uma dica: se você não tem banda larga, é mais difícil de ouvir rádio pela Internet por conta da taxa de transferência de streeming. Você não precisa saber o que é isso não porque o titio explica... É... Em suma... Sua banda não agüenta essa troca de dados veloz, beleza?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tô fazendo um bico (sem remuneração), quebrando um galho e aprendendo muito, ajudando um site chamado &lt;a href="http://www.isfree.tv/"&gt;Isfree&lt;/a&gt;. Ele se dedica a conteúdo de séries de televisão. Não é um site qualquer não. Propõe-se a ser o maior da América Latina. E creio que vem sendo sim. Julgando pela quantidade de séries que estão no site, pelo menos em quantidade, já é. Em qualidade também. O foco é a interação entre os fãs de série, fazendo com que o maior número de pessoas acessem o site, leiam o conteúdo, baixem episódios e... Trabalhem pro site. Como assim? O grande segredo do (a) Isfree é que, quem adiciona conteúdo (padronizado) ao site é o próprio usuário cadastrado. Este é o futuro da Internet e talvez o futuro da comunicação eletrônica. Quando o que você vê foi fruto do que você leu, assistiu, observou, interessou-se e postou. Nada de bloggers, nada de fotologs. O lance daqui pro futuro é que você seja o postador e portador das mensagens. Parece que isto não tem um sentido de importância, mas o Youtube colocou no olho do furacão o internauta como estrela principal de sua própria constelação. Voltando ao site, se você gosta de Lost, 24 Horas, Heroes, Greys Anatomy, House, Two And Half Men, Cold Case, Without a Trace e outras duzentas (!) séries que estão na ativa ou já acabaram, dá uma passada lá: &lt;a href="http://www.isfree.tv/"&gt;http://www.isfree.tv/&lt;/a&gt; . Observação: o site é idealizado, organizado e mantido por um garoto de quase 20 anos, que é conhecido como Cap. Sparrow.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reparei que se a cada post aqui no blogger eu colocasse um absurdo no meio evangélico, teria que mudar de “Diário do Pierrot” para “Diário do Revoltado” e tudo que eu não sou é revoltado. Eu sou um inconformado. Um ingênuo. Um tolinho. Um fofinho... Ai, eu me amo... Brincadeira. Eu sou um visionário, uma pessoa atenta aos arraias dos crentes, porque sou um. Tenho uma tristeza que beira ao sarcasmo quanto ao futuro das coisas em nosso meio, e o pior, não vejo perspectiva de melhora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que me falaram que eu sou é A – R – R – O – G – A – N – T – E. Eu fique tão triste. Re-li muita coisa que escrevi e reparei se havia algum traço de soberba, de superioridade, que pudesse alguém me julgar assim. O que aconteceu? Disse a uma pessoa – que comunga da mesma fé que eu – que as pessoas não sabem o verdadeiro significado de certas palavras, que tornam coisas absolutamente negativas, quando de negativas, estas coisas não tem nada. O motivo do entrevero foi a palavra “risco”. Disse que risco era uma possibilidade da vida de todos nós e que ruim ou bom seria a conseqüência do risco e não o risco em si. Ele me chamou de “Professor Pasquale e que não gostou do meu jeito arrogante em dizer o que era risco”. Eu respondi – via orkut/scrap – que não tive a intenção de chateá-lo e, que por ele, comungar da mesma fé que eu, teria um entendimento melhor do que eu disse. Quebrado pelo meu argumento de “comungar de fé”, mandou um scrap humilde dizendo não ter lido direito minha resposta e pediu desculpas. Ai, ai. Mesmo assim, o episódio serviu pra que eu desse uma refletida em como me expresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu disser alguma coisa na qual você se sinta ofendido, por favor, pode dizer. É que na verdade eu sou um inconformado, um ingênuo, um tolinho, um fofinho... Ai, vai começar tudo de novo!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ando Só (Música Para Lembrar do Pierrot)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ando só pois só eu sei&lt;/div&gt;&lt;div&gt;pra onde ir por onde andei&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ando só&lt;/div&gt;&lt;div&gt;nem sei por que&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não me pergunte&lt;/div&gt;&lt;div&gt;o que eu não sei&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;pergunte ao pó&lt;/div&gt;&lt;div&gt;desça ao porão&lt;/div&gt;&lt;div&gt;siga aquele carro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ou as pegadas que eu deixei&lt;/div&gt;&lt;div&gt;pergunte ao pó por onde andei&lt;/div&gt;&lt;div&gt;há um mapa dos meus passos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;nos pedaços que eu deixei&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;desate o nó&lt;/div&gt;&lt;div&gt;que te prendeu&lt;/div&gt;&lt;div&gt;a uma pessoa que nunca te mereceu&lt;/div&gt;&lt;div&gt;desate o nó&lt;br /&gt;que nos uniu&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;num desatino&lt;/div&gt;&lt;div&gt;um desafio&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;ando só&lt;/div&gt;&lt;div&gt;como um pássaro voando&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ando só&lt;/div&gt;&lt;div&gt;como se voasse em bando&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ando só&lt;/div&gt;&lt;div&gt;pois só eu sei andar&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sem saber até quando&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ando só&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ando Só (Humberto Gessinger - Varias Variáveis - 1991)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;se você nunca ouviu, baixe &lt;a href="http://d.turboupload.com/d/2181403/09_Ando_So.wma.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Versão do disco "Filmes de Guerra Canções de Amor" - Arranjos de Wagner Tiso.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-507226352901481747?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/507226352901481747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=507226352901481747&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/507226352901481747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/507226352901481747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2007/12/ando-s-pois-s-eu-sou-sei-por-onde-ir.html' title='&quot;Ando só pois só eu sou sei por onde ir, por onde andei&quot;*'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R2AosdY0iiI/AAAAAAAAAD4/_cQ3YgiOOro/s72-c/3499339603.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-304221515151555446</id><published>2007-12-06T08:16:00.000-08:00</published><updated>2008-12-11T23:26:16.901-08:00</updated><title type='text'>"Se alguma coisa se perdeu é que as palavras me faltaram quando mais eu precisei"*</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1gj59Y0ifI/AAAAAAAAADg/tZLh013WQPw/s1600-h/AA039659.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140898453281606130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1gj59Y0ifI/AAAAAAAAADg/tZLh013WQPw/s320/AA039659.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Uma notícia me fez chorar. Não foi a queda do Corinthians. Que ele continue caindo até chegar ao fim do poço. Não foi um pastor(+1) de 50 anos, que anda pregando em sua igreja, no interior do Espírito Santo, que um homem deve ter 7 mulheres, segundo a Bíblia. Inclusive, já fez uma amostra grátis dos seus ensinamentos com uma de suas beatas. Com anuência do maridão-cristão-corninho. Segundo a irmã que foi para cama com o pastor, não houve prazer, “foi do Espírito, foi de Deus”. Não isso não me fez chorar, isso me fez rir. O que me fez chorar nesta manhã de quinta foi saber que uma menina que cursa 6ª série num colégio do interior do estado do Rio Grande do Sul perdeu 90% da sua visão, pois um coleguinha resolveu brincar de estilingue na sala de aula. No estilingue, um giz. A menina, a princípio foi levada a um posto médico onde foi tratada com colírio. Sem efeito qualquer, foi encaminhada a um hospital a 100 km (!!!) da cidade, onde foi constatada a cegueira. Para que ela enxergue novamente precisa de um transplante de córnea. Isso me faz chorar. Meu Deus! Que tristeza. Tão nova, tão jovem. Por conta de uma idiotice, de uma bobagem sem tamanho, corre o risco, de numa cidade tão pequena – Vacaria – desde cedo (com todas as dificuldades que implicam nisso), ter sua visão parcialmente comprometida. Eu chorei. Coloquei-me no lugar da menininha, dos pais. Há cegos que enxergam muito bem e gente que pode ver e perde a visão por conta de um estilingue. No quintal? Na rua? Na praia? Num parque florestal? Não. Na sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sala de aula a gente aprende a enxergar o mundo. Universidade, quando encarada de forma bonita, é uma lição e tanto. Nós, brasileiros, aprendemos que o nível superior é apenas um degrau pra se conseguir fazer concursos que nos paguem um salário decente. Nada contra querer ganhar mais. Nada contra querer ter mais. Mas universidade não é só isso. É saber. E é um espelho eficiente da nossa miserabilidade. Isso quando não mostra seus feixes de luz para o quadro negro e mostra de lá: mais incapacidade, mais falta de condições, mais toda a “fartura” de tudo. Eu sou um cara completamente diferente na sala de aula. Acho até que sou mais feliz. Ser ninguém me faz feliz. Ser um eterno dependente da estrutura da sapiência, me deixa contente porque saber que não se sabe é uma das únicas maravilhas de se achar vazio. Não me incomoda o erro. Não me atrapalham as falhas. Elas vão torneando o vaso e tornando-o cada dia mais preparado para encher, encher, encher... A gente conhece gente interessante, gente que agrega conhecimento, empírico e acadêmico, que te acrescenta, que te dá aquele gostinho de inveja santa, com frases mentais do tipo: “Poxa, queria ter dito isso desta forma...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Solidão é estar sozinho duas vezes”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há uns 13 anos eu escrevi isto num poema que já não existe mais. Quem leu me perguntou o que isso significava. Do alto dos meus 20 anos, eu dei a seguinte explicação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém quer estar sozinho. Ninguém deseja a solidão. Todo mundo quer a companhia de alguém. Na solidão, há uma possibilidade de estar só, duas vezes dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você e você. A solidão no seu estado máximo. Porém, quando você ultrapassa a fase da concordância pessoal, você se divorcia de si mesmo. Auto-estima em baixa, tristeza em alta. Você está sozinho, duas vezes.&lt;br /&gt;A segunda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua solidão. Seu status de alma. Seu amor não correspondido. Mas ela(e) tem alguém. No seu coração egoísta você acha que aquele alguém que completa seu desejo de companhia não está com a pessoa certa. Daí você idealiza a solidão de outrem e sua própria solidão. Você está sozinho, por você e pelos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda explicação foi a mais próxima do escrito, hoje, lendário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;                                                                          Eu e Deus&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140894948588292562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 100px; CURSOR: hand; HEIGHT: 154px; TEXT-ALIGN: center" height="210" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1ggt9Y0idI/AAAAAAAAADQ/inF-DbN-gb8/s320/orando-~-u16571117.jpg" width="138" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esta expressão é mais positivista do que eficazmente compartilhada. Eu e Deus neste mundão. Não. Geralmente nós vivemos e tomamos as nossas decisões e damos as nossas respostas, os nossos silêncios, as nossas idéias. É só um positivismo bonitinho, mas esta dupla tá mais pra lá do que pra cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... Mas nestes dias, eu senti uma sensação muito gostosa. Uma sensação invisivelmente presente. Uma companhia sugestiva, surdamente falante. Eloqüente no coração. Duramente presente. Em cada passo, em cada reflexão, em cada ausência de tv e de computador, em cada descida no elevador, em todo ponto de ônibus, em cada mastigação. Eu senti a presença do alívio. Era eu e Deus. Ou melhor, era Deus e eu. A reboque e com muita paciência, percebi alguém me esperando, me aceitando, me aguardando atravessar a rua, o rio, a ponte. Ele estava lá e aqui. Do outro lado da rua e ao meu lado. Decidi não mais ficar parado e atravessar. Atravessei. Agora estou aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;                                                       Tentando ser um bom Paul Rabbit&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140895760337111522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 135px; CURSOR: hand; HEIGHT: 138px; TEXT-ALIGN: center" height="137" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1ghdNY0ieI/AAAAAAAAADY/v62AyiuRhEQ/s320/1775813.jpg" width="69" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff9966;"&gt;Deste lado não vejo mais o outro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;E pra dizer a verdade o esquecimento é minha cegueira&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Quanto mais disfarço a caminhada&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Enxergo o passado neste carro desvairado&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Quem está comigo está numa outra estrada&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Me vê de longe e não se importa mais com nada,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;Com tantas vontades no coração só dá vontade&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;De sentir um coração por vez.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#330000;"&gt;Tome cuidado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Tome com força.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Essa vida é demais pra sua boca.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Pierrot&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;* Trecho de "Todos os Sonhos do Mundo" - O Barco Além do Sol (Marcelo Bonfá)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-304221515151555446?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/304221515151555446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=304221515151555446&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/304221515151555446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/304221515151555446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2007/12/olha-pra-mim-o-nosso-rumo-certo-fica-em.html' title='&quot;Se alguma coisa se perdeu é que as palavras me faltaram quando mais eu precisei&quot;*'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1gj59Y0ifI/AAAAAAAAADg/tZLh013WQPw/s72-c/AA039659.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-317933201992335140</id><published>2007-11-30T18:29:00.000-08:00</published><updated>2008-12-11T23:26:19.800-08:00</updated><title type='text'>Com 33, podem trazer agora a cruz!!!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DHQ9Y0iPI/AAAAAAAAABg/YJFd70Ns8PY/s1600-R/bs.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DHQ9Y0iPI/AAAAAAAAABg/SsqHeMf5AAw/s320/bs.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138826269000239346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Parei meu serviço “não-oficial”, porque durante o &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;mesmo, conectei-me ao programa Pânico no rádio (via Internet). No dia de hoje a entrevista é Raquel Pacheco. Você não sabe quem é? Raquel Pacheco é uma jovem paulista que iniciou sua vida na prostituição aos 16 anos e que ficou nacionalmente conhecida por escrever suas experiências de trabalho num blog na Internet. Sua “graça” não-oficial é Bruna Surfistinha. Ela está no programa lançando seu novo livro “Na Cama com Bruna Surfistinha”. O teor literário são dicas sobre sexo na cama, para homens e mulheres. Entre algumas risadas e audições, fiquei pensando comigo: em que nível de consciência nós estamos? Vamos mais à frente pra entendermos o que eu tô querendo “vomitar”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Bruna Surfistinha lançou o livro “O Doce Veneno do Escorpião”, que tinha expectativa de 80.000 exemplares (o livro vendeu 300.000 exemplares) e virou best-seller. Desdobramentos: filme com lançamento para 2008/2009 baseado neste, venda do livros em vários países na Europa e no continente asiático, caso de Coréia do Sul e Vietnã (!).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu gostaria de ter um cuidado especial para que nada do que eu venha dizer tenha um teor pré-conceituoso ou simplista, sem reflexão mais embasada. Não quero nem contar a vocês a história da Raquel, mas só para que vocês saibam, ela virou prostituta, pois se desentendeu com os pais, como uma adolescente na sua fase “independência ou morte”, e foi atrás de seus objetivos. Hoje com 24 anos, é uma das maiores vendedoras de livro no Brasil e porque não dizer, no mundo e agora dá conselhos sexuais para homens e mulheres...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Mexeram no satélite? É isso mesmo? A fábula da corrida do coelho e da tartaruga que eu sempre escutei, dizia que mesmo o coelho sendo mais rápido e pegando os atalhos que só ele conhecia, a tartaruga vencia-o legitimamente. Parece que esta fábula não faz mais sentido. Subverteram a ordem das coisas, que não chamo mais de “ordem natural” porque já não sei mais o que é natural ou não. Não quero com minhas crenças e pensamentos ditar o caminho mais bonito de viver. Eu vivo. Porém eu fico envergonhadíssimo (no superlativo mesmo) de saber, que no meu país (além de outras vergonhas já ditas por gente mais competente do que eu), que quem ensina a sociedade a se entender na cama, na sua intimidade, é uma ex-prostituta que fugiu de casa por seus conflitos familiares. Então fica um círculo assim:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;- Briga com os pais e sai de casa;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;- Assume o trabalho como prostituta pra sobreviver;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;- Fica famosa porque faz dos seus clientes um “big brother” particular, dizendo de seus segredos mais abissais num blog de sucesso;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;- Desponta para o país com um livro, vira celebridade e...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;- Agora ensina a outros pais (!) a como fazer amor!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Vamos esquecer as questões religiosas/sociais que implicariam em dogmas que acredito. Vamos esquecer os princípios bíblicos. Vamos por hora esquecer também todo o tabu que envolve o assunto sexo, mas vamos manter uma questão absolutamente básica chamada Família. Qual o caminho bacana que a célula mater da sociedade pode trilhar, quando suas referências não se encontram mais dentro de casa, debaixo dos telhados? Os pais não são mais heróis. As mães não são mais amigas. Os irmãos estranhos conhecidos. Não tô reduzindo a questão a uma jovem menina que gosta muito de dinheiro e que achou mais uma forma de conquistá-lo. Tô falando de uma voz ativa fora de nós que não é oficial pra gente. Deixe-me ser mais explícito. Confesso que quero ter um texto mais que implique na dúvida do que na certeza. O que faz de nós pensarmos que exista um caminho mais feliz e mais ajustado longe de nosso lar? Fora alguns desvios de conduta dentro da família, não consigo socialmente enxergar e perceber um refúgio mais seguro que o nosso home sweet home. E se uma ex-prostituta é seu tutorial para o que você deve fazer na sua cama com seu parceiro (juro que tentei pensar em outra palavra, mas achei esta mais ajustada a todos), fecha pra balanço, meu amigo/minha amiga. Patologias, neuras, dúvidas, procure um especialista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu também sou um ingênuo, num país onde Frank Aguiar e Clodovil Hernandes, são deputados federais representando o povo, o que esperar de bom?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Num país onde a explosão (ou seria implosão) dos nossos “pobremas” é o jeito mais fácil de se jogar a poeira pra debaixo do tapete, o que esperar de salutar no comportamento social? O estádio faz “gente cair?” Explode. A cadeia tem menor de idade, menina, com 20 homens? Explode. A paciência do povo brasileiro está esgotada? Copa do Mundo é no Brasil em 2014, amigo!!! Prepare aí seu coração!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Um adendo: Um dos clientes na época em que Raquel Pacheco prestava seus serviços pra lá de relaxantes, apaixonou-se pela moça de vida nada fácil. Ela também. Resultado da brincadeira: um casamento desfeito. Bacana né?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Não fiquem bravos comigo... Não é machismo não, pra dizer a verdade, nem sei o que é isso direito, mas este post será meio contra algumas representantes do sexo feminino. Não fiquem chateadas comigo. Digo pra vocês, era pra ser o contrário, mas são os fatos atuais. Quem sabe seja diferente daqui há... 1 segundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DH1dY0iQI/AAAAAAAAABo/tTkFIRzmsIk/s1600-R/ivete.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DH1dY0iQI/AAAAAAAAABo/6Wb62Zbl6T0/s320/ivete.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138826896065464578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;Eu não sei vocês, mas eu não agüento mais ver a cara da Ivete Sangalo. Comercial de bebida, de celular, na Globo... Em qualquer canal, em qualquer programa... putz... Tá gente, ela realmente é uma simpatia. Está sempre com aquele sorrisão, dando conta de uma felicidade (e eu espero que seja mesmo), mas eu não agüento... Há um tempo atrás, aquela canção “Poeira” parecia onipresente. Depois ela fez uma campanha pra um banco privado e a música não parava de tocar no rádio... Agora, você entra nos sites, seja qual for, e tem lá “O namorado de Ivete é sérvio”, “Ivete leva namorado até show na Zona Sul”, “Ivete isso”, “Ivete aquilo...” Deve ser um grande privilégio dela namorar. Afinal isso é tão incomum!!! Chato, chato, chato... Eu confesso pros senhores que eu tô de saco cheio destas cantoras de voz grave. Desculpe a expressão chula!!! Mas que chatice...! Só dá vozeirão no rádio! Eu sei, eu estou velhinho, mas qual é a opinião de vocês? A MPB não precisa dar uma renovada não??? Onde estão as cantoras femininas?Ih... lá vem aquele papo de machismo...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;Bem. Isto aqui é uma conversa de bar, se eu bebesse. Então aqui, tudo é informal. Não tem este lance de regras, formalidades. Estou contando aqui meus pensamentos hoje. Você pode (tentar) me convencer do contrário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; font-family: georgia;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DIWdY0iRI/AAAAAAAAABw/hx6ec7e8PSw/s1600-R/marjorie+estiano.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DIWdY0iRI/AAAAAAAAABw/AWY3AEbHAok/s320/marjorie+estiano.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138827463001147666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;E pra quem escreveu metendo o malho em cantoras, quero deixar dicas boas de uma nova geração. Se você não for tão exigente, acho que vai achar interessante. A Marjorie Estiano e a Luiza Possi. A primeira é atriz (começou na Malhação em 2005) e hoje é a estrela maior da novela das oito. Olha, e canta direitinho. Uma boa música pop, com letras muito bonitinhas. Eu recomendo o primeiro disco. Muito híbrido gostoso de ouvir. A Luiza Possi apesar de carregar um sobrenome pesadíssimo e que sempre elege comparações, dá conta do recado. E que recado! A menina canta muito, tem um timbre agudinho, bonito. Os arranjos do disco dela são todos muito softs, pra justamente dar uma sublinhada na textura da voz da moça. Se vocês quiserem posto os mp3 aqui pra vocês baixarem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;No último post falei de elogio, da importância de uma boa palavra. Desta vez, quero falar da amizade. Aproveite o final do ano, se você quiser, e re-avalie suas amizades. Re-avalie teus conceitos de convivência, pessoas a quem você conta segredos, divide sua vida. Faça testes psico-indulgentes e chegue a algumas conclusões. Depois me conte se eles não cabem nos dedos das mãos. De uma mão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu prometi, 10 discos que você precisa ouvir:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="text-align: center; color: rgb(255, 153, 0);font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Stonewall Celebration Concert – Renato Russo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center; font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.submarino.com.br/cds_searchresults.asp?Query=ProductPage&amp;amp;ProdTypeId=2&amp;amp;WhichForm=frmSearch&amp;amp;Search=Renato%20Russo&amp;amp;SearchBy=Palavra-chave"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DIoNY0iSI/AAAAAAAAAB4/VxXSEJKDAKg/s320/stonewall.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138827767943825698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Esse disco é quase obscuro. Não é pela gravação-coincidência de Renato e Zélia Duncan para mesma canção. Ambos, na mesma época, estavam para lançar discos. Ele solo, ela o 2º que lhe revelaria ao Brasil e os dois gravaram Cathedral Song (Tanita Tikaran). Ele em inglês (soberbo, diga-se de passagem), ela em português, numa versão que agradou em cheio as rádios. Mereceu inclusive várias regravações. Voltemos ao disco. É bonito, melancólico e cheio de piano. Lindos arranjos do Carlos Trilha (um dos caras que influenciou meu jeito de tocar teclado quanto à escolha de timbres) e “aquela” interpretação de um dos melhores e mais amargurados cantores que este Brasil conheceu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Destaque: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Ballad Of The Sad Young Men&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="text-align: center; color: rgb(204, 0, 0);font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Ventura – Los Hermanos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center; font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;amp;ProdTypeId=2&amp;amp;ProdId=199331&amp;amp;ST=SE"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DIytY0iTI/AAAAAAAAACA/drTxAC6yGAg/s320/ventura.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138827948332452146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu sou absolutamente suspeito porque este cd está “furado” lá em casa. Eu e Renata já ouvimos zilhões de vezes. O disco mais bonito dos queridos barbudos. Um dos que eu mais escutei na vida. Tudo neste disco é bom: arranjos, interpretações, metais, idéias musicais, canções, letras. Este disco é o sucessor do Bloco do Eu Sozinho, que foi quem catapultou a banda a sensação da MPB. Eu diria sem pestanejar que ele é melhor que o anterior. Questão de gosto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Destaque: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Último Romance, Cara Estranho e Além do Que Se Vê.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="text-align: center; color: rgb(204, 102, 0);font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Achtung Baby – U2&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center; font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.submarino.com.br/cds_searchresults.asp?Query=ProductPage&amp;amp;ProdTypeId=2&amp;amp;WhichForm=frmSearch&amp;amp;Search=Achtung%20Baby&amp;amp;SearchBy=Palavra-chave"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DI_NY0iUI/AAAAAAAAACI/CQYrwr6BbKs/s320/achtung+baby.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138828163080816962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu tive o privilégio de ir a São Paulo assistir ao U2. Eu e um amigo inclusive fizemos um pacto (que não sei se será cumprido por uma série de circunstâncias) que a próxima vez em que a banda estiver em solo brasileiro, nós iremos para a área vip. Este disco não é o álbum que possui os grandes clássicos da banda irlandesa, mas é bom demais da conta sô! Primeiro porque o The Edge é um guitarrista que tem o punch mais incrível pra rock melódico que eu conheço, depois do Jhonny Marr (do Smiths). Segundo porque existem performances vocais do Bono incomparáveis. Terceiro porque One (uma das canções mais lindas do mundo) é a terceira faixa deste cd. Quarto, quinto, sexto... Há inúmeros motivos pra você ouvir este disco. Aqui neste cd, o pouco é muito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Destaque: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;todas as faixas.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="text-align: center;font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Angel Dust – Faith No More&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="georgia" style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://sonora.terra.com.br/templates/album.aspx?idAlbum=5935"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DJWNY0iWI/AAAAAAAAACY/9_6i45Tuh2Q/s320/angel+dust.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138828558217808226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Você que se amarrou na onda Nu Metal que atravessou o mundo nos últimos três anos e agora, foi devidamente sepultado, como toda moda que vem e vai, precisa ouvir este disco. Eu digo, não existiria Nu Metal sem este cd. O mais famoso do FNM é o The Real Thing, que é o mais pop, digamos, mas este aqui tem a voz maravilhosa do doidão do Mike Patton, que deixou de ser esganiçada pra ser encorpada e grave. Um detalhe interessante é que, apesar das letras do FNM serem cheias de loucuras, o Patton interpreta cada canção com muita propriedade. Um dos vocalistas mais versáteis do rock. Desde o Hardcore até baladas pra lá de açucaradas, o cara manda bem em todas. Ele é sensacional. Uma das bandas que não deveriam ter acabado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Destaque: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Everything Ruined, Be Agressive e Small Victory&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="text-align: center; color: rgb(255, 0, 0);font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Divine Discontent – Sixpence None The Richer&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/580/125484"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 146px; height: 146px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DJf9Y0iXI/AAAAAAAAACg/Qb0vkyfxRvo/s320/divine+discontent.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138828725721532786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;Esta banda você deve conhecer da canção pop que toca no rádio há alguns anos Kiss Me. É lindinha. Um formatinho pop delicioso. Estribilho, refrão, solo. Pra quem não sabe, essa banda da vocalista Leigh Nash, é considerada Gospel. Este disco é o último da banda, que encerrou suas atividades em 2004. É um álbum pesado pros moldes do SNTR. As músicas são muito bacanas, os arranjos com cordas são bem colocados. Trilha pra namorar na varandinha. Vento no rosto. Beijo no corpo... Ah, que saudade da Renata.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Destaque: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Dont I Dream It´s Over e I´ve Been Waiting&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="text-align: center; color: rgb(153, 0, 0);font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Descivilizacao – Biquini Cavadao&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="georgia" style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://yahoo.imusica.com.br/artista.aspx?id=4558"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DJrdY0iYI/AAAAAAAAACo/pCnWGF_ceOM/s320/descivilizacao_th.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138828923290028418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Tem um leitor deste blog que é produtor do Biquíni. Eu tô até sem graça de falar, embora ele ainda não estivesse exercendo esta função na banda. Bem, eu gostava do Biquíni antes de conhecer meu amigo Sylar. Então vamos lá. Gente, este disco é um discaço. Digo mais: é difícil pra achar pra caramba e eu dei a maior sorte, porque cavuco todas os sebos, promoções, que estejam relacionados a rock brasileiro. Nem sei por onde começar. Vale dizer que das 11 faixas, seis músicas tocaram no rádio. Teclados bacanas, Bruno cantando muito, letras que se não são Fernando Pessoa e Camões, nem precisam. Eles conseguem sintetizar com muita simplicidade, sentimentos universais que nós, plebeus, não conseguimos expressar. Tenho um eixo sentimental sempre quando escuto este cd. Me lembra 2º grau, me lembra quando escutar rádio era mais bacana que hoje, me lembra da falta de responsabilidade e de muita, muita juventude.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Destaque: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Zé Ninguém, Cai Água, Cai Barraco, Vento, Ventania, Bem Vindo ao Mundo Adulto, Arcos, Impossível e Meu Reino... ufa!!!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="text-align: center; color: rgb(51, 51, 255);font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Theres Is Nothing Left To Lose – Foo Fighters&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;amp;ProdTypeId=2&amp;amp;ProdId=71214"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 132px; height: 126px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DJ39Y0iZI/AAAAAAAAACw/CwWkYeu3G3A/s320/theres-nothing-left-to-lose-W200.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138829138038393234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Que os críticos musicais oficiais não me leiam. FF é melhor que Nirvana. Não tenham dúvidas. Não estou dizendo que o Nirvana é ruim. Não. Tô até valorizando, mas não dá pra comparar com o FF não. O Dave Grhol é um baterista sensacional, um guitarrista competente e ainda canta. Ou seja, tudo que Kurt Cobain não teve tempo de ser. Tá eu sei. O movimento grunge teve uma grande importância nos anos 90, mas pessoalmente, eu prefiro o Pearl Jam e o Soundgarden. Gente, este disco é superpop e sem a Luciana Gimenez! É um disco de rock. Tem influência de tudo que é lugar aqui. Desde Beatles até Led Zepellin. As linhas de baixo são lindas e incrivelmente audíveis. Por quê audíveis? Não seria isto óbvio? Não. No rock, há muitas linhas de guitarra (principalmente riffs) que são repetidos pelo contra-baixo, daí, geralmente, ele fica escondidão lá atrás da bateria. Neste, o baixista é absolutamente criativo e faz linhas de acompanhamento (não dá pra explicar muito aqui sobre estes detalhezinhos) muito bonitas. Já dancei muito ouvindo este disco. Por favor, só peço que não imaginem isto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Destaque: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Breakout, Learn To Fly, Generator, Aurora, Next Year&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="text-align: center; color: rgb(0, 153, 0);font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;III Sides To Every Story – Extreme&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.amazon.com/III-Sides-Every-Story-Extreme/dp/B000002G0P"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DKEdY0iaI/AAAAAAAAAC4/lNuRF1amw_c/s320/alb_iii_sides_to_every_story_19319.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138829352786758050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Este aqui está igual o Ventura lá de cima, furado. Você possivelmente só conhece do trabalho do Extreme a baladinha More Than Words. Não sabe o que está perdendo. Neste disco não tem a baladinha não. É um disco conceitual. Eu diria que é um disco espiritual. O clima dele é todo cheio de reflexão. O Gary Cherone (vocalista que depois caiu na burrada de assumir o Van Halen, num disco horroroso chamado Van Halen III) está na sua melhor fase. E o que dizer do guitarrista, Nuno Bittencourt? Eu tenho quase certeza que este cara não ganhou uma fama maior porque ele é português. É serio! O cara estourou no mundo do rock sem tocar o “vira” e nem fado. E é um baita guitarrista, um dos meus preferidos. Dê uma ouvida nos arranjos vocais. Lindo, lindo, lindo. Tudo dividido com simplicidade e maestria. Há muita sensibilidade da banda nos arranjos. As cordas (arranjadas também pelo gajo Bittencourt) são assombrosamente bonitas. Deveria ser uma influência também no quesito “gravação”. Tem uma mixagem absolutamente perfeita. Onde se escuta tudo e tudo está no seu devido lugar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Destaque: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;todas as canções.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="text-align: center; color: rgb(102, 0, 0);font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Para Todo Mundo – Catedral&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/580/1346"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 123px; height: 123px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DKUNY0ibI/AAAAAAAAADA/MFGd8_g8_PQ/s320/paratodomundo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138829623369697714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Eu vou fazer uma média com o Kim. Não é o meu disco preferido do Catedral, mas tem um fator histórico. É o primeiro, no Brasil, de uma banda que saiu do mercado gospel, para o chamado mercado secular. Foi lançado pela Warner. Não teve tanta repercussão comercial, mas a banda fez um papel bonito aqui fora. Pra quem já ouviu os discos do Catedral pela MK, ouvir o material da banda nesta gravadora é como se você estivesse dentro dágua e depois voltasse à superfície. Os discos do Catedral na fase gospel são horríveis do ponto de vista da gravação. Este disco dá um “up”. O disco foi produzido pela própria banda. O Kim é um cara para letras um “pouquinho” repetitivo (eu também sou), mas acho ele um melodista “di primeira”. Ele tem o dom de fazer canções que agradam você em várias e várias audições. Se você não tiver preconceito, dá uma procurada no disco. É bem bacaninha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Destaque: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quando o Amor Acontece, O Sonho Não Acabou e Todos Os Dias&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="text-align: center; color: rgb(255, 204, 51);font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Flaming Pie – Paul McCartney&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: georgia; text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;amp;ProdTypeId=2&amp;amp;ProdId=94066"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 127px; height: 127px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DKhtY0icI/AAAAAAAAADI/AwfG4oE-498/s320/flaming+pie.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138829855297931714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;Se me perguntassem assim: “Pierrot, você gostaria de ser alguém, que não você mesmo?”, eu responderia: “Eu queria ser o velho Macca”. Meu baixista preferido, meu compositor preferido, um dos meus cantores preferidos, um gênio, um beatle... ele compôs “The Long And Winding Road”! Não precisava escrever mais nada. Dispensa apresentações. Este é um disco que pouca gente conhece. Ele é de 95 e o Macca tá tocando quase tudo nele. Piano, bateria, baixo, guitarra, violão... Eu comprei ele baratinho, baratinho e ele tem um encarte tão bonito, papel reciclado. Abaixo das letras ele vai explicando em que ocasião escreveu as canções, as histórias na gravação. I Love This!!! Quando eu gravar um disco, será assim. Aguardem. Ah! E tem uma coisa bacana. Existem duas músicas na minha vida que tenho vontade de fazer uma versão. Uma se chama “You´ll Be My Heart” do Phill Collins e uma que está neste disco. Chama-se “Beautiful Night”. Ela começa em Lá Maior e depois modula para Dó Maior, mas modulo de um jeito que só um beatle pode fazer! Desafio você a não gostar deste álbum&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Destaque: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Song We Were Singing, Somedays, Little Willow, Young Boy, The World Tonigh e Beautiful Night.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="font-weight: bold;font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:130%;"&gt;10 metas pessoais para 2008&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1 – Ludmilla (sem mais explicações, quem me conhece sabe do que estou falando);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;2– Mesmo com dificuldades, dizer: sim, para sair de casa;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;3 – Rir mais;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4 – Não abrir mão do perdão;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;5 – Esquecer que trabalhei num banco;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6 – Me dedicar com mais galhardia aos estudos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;7 – Ler mais;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;8 – Aproveitar da idade pra aprender sem errar;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9 – Abraçar demoradamente os que me amam;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10 – Manter o Diário sob os olhos Daquele de quem ninguém se esconde.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;10 palavras que (eu) a gente quase não vive&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1 – Misericórdia;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;2 – Solidariedade;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;3 – Ética;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;4 – Desinteresse;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;5 – Comprometimento;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;6 – Lucidez;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;7 – Humanidade;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;8 – Companheirismo;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;9 – Descanso;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;10 – Amor&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;font-family:georgia;" class="MsoNormal" &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;10 músicas para você não esquecer a pessoa amada&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;1 – Still Loving You – Scorpions;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;2 – Último Romance – Los Hermanos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;3 – Quanto Tempo Dura Um Mês – Biquíni Cavadão;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:100%;"&gt;4 – One – U2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:100%;"&gt;5 – The Long And Winding Road – The Beatles;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:100%;"&gt;6 – Always With You, Always With Me – Joe Satriani;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:100%;"&gt;7 – Eyes Without Face – Billy Idol;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:100%;"&gt;8 – Captain Of The Heart – Double;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:100%;"&gt;9 – Nothing Compares To You – Sinnead O´Connor;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:100%;"&gt;10 – November Rain – Guns N´Roses&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;E assim, eu cumpro minha promessa...&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-317933201992335140?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/317933201992335140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=317933201992335140&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/317933201992335140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/317933201992335140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2007/11/com-33-podem-trazer-agora-cruz.html' title='Com 33, podem trazer agora a cruz!!!'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R1DHQ9Y0iPI/AAAAAAAAABg/SsqHeMf5AAw/s72-c/bs.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-5696414162139385626</id><published>2007-11-26T19:18:00.000-08:00</published><updated>2008-12-11T23:26:20.703-08:00</updated><title type='text'>Antes do Natal, tudo irá melhorar!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R0uQUYeY0sI/AAAAAAAAABY/93jX7hAVyMU/s1600-h/supostoacusado.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137358479787872962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R0uQUYeY0sI/AAAAAAAAABY/93jX7hAVyMU/s320/supostoacusado.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R0uM8IeY0oI/AAAAAAAAAA4/zd6tRlnUQ8E/s1600-h/supostoacusado.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;Meu post não teria nada a ver com este, mas acabo de assistir o Jornal Nacional e não tive como ficar inerte á notícia, entre tantas absurdamente reais. O lance? Um pastor que apresenta um rapaz visivelmente desorientado mentalmente, após o mesmo ter cometido latrocínio, ou seja, roubo seguido de assassinato. Segundo o pastor Isaias Andrade, o indivíduo estava possuído malignamente quando cometeu a insanidade contra o turista italiano, na orla carioca. Após uma sessão de exorcismo, o mesmo o procurou no gabinete e confessou o crime.&lt;br /&gt;Eu pergunto aos meus amigos cristãos, pastores, simpatizantes do evangelho, amigos não cristãos, colegas leitores deste blog: é pra isso que serve o Cristianismo? Pra ser protagonista de doidices criminosas, para acobertar a criminalidade trivial do Rio de Janeiro, pra ser manchete internacional quando bispos “renascentistas” são presos em território americano por entrarem com valores no país não foram declarados?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R0uOK4eY0pI/AAAAAAAAABA/0dZbzOe7Ds4/s1600-h/adoradores.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137356117555860114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R0uOK4eY0pI/AAAAAAAAABA/0dZbzOe7Ds4/s320/adoradores.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div&gt;Não, não é pra nenhuma das coisas citadas que serviu o sacrifício de Cristo. Porém, por muito pouco, estão transformando a mensagem mais preciosa e revolucionária da história do homem, num meio doentio de se entender a vida, num prisma alucinado de cura/doença, paz/guerra, sanidade/loucura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enquanto isso, os templos não param de produzir “adoradores em massa”. A adoração virou um espelho feliz de uma sociedade patologicamente falida. “Nós não somos deste mundo” e possivelmente por isso, estamos meneando a cabeça e dando os ombros para o que acontece a este País. Cristo disse: “Não o peço que os tire deste mundo, mas os livre do mal.” Só que um dos grandes meios de libertação desta vida - cada dia menos repleta da Graça de Cristo - é ser a luz bendita e, quando não iluminamos, somos também trevas e mais: a Bíblia diz que somos sal e, se não servimos para salgar, apenas “valemos” para sermos pisados. Não gostaria que esta realidade fosse tão “real”, tão dolorida.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R0uOwoeY0qI/AAAAAAAAABI/5tgegcFOI8Q/s1600-h/Andre_Derain_-_Arlequin_et_Pierrot.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137356766095921826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R0uOwoeY0qI/AAAAAAAAABI/5tgegcFOI8Q/s320/Andre_Derain_-_Arlequin_et_Pierrot.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há sempre quem pense que digo algumas coisas com rancor ou raiva. Nem rancor, nem raiva, mas tristeza por não enxergar uma solução fácil para esta geração difícil, que prefere adorar de olhos fechados, bem fechadinhos. Porque deve dolorir enxergar uma constatação real que só a mensagem do Evangelho é capaz de mudar, através da plantação de frutos de transformação visíveis para Deus e nem sempre para os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Gosto muito de rock. Gosto muito de tv. Gosto muito dos poucos amigos que tenho e me divirto falando de tudo que me alegra, que me ajuda a viver e que me satisfaz, mas hoje não dá. Cada dia menos quero carregar esta alcunha de evangélico no meu sobrenome. Não me chamem de crente, não me chamem de bíblia. Chamem-me pelo nome. Chamem-me de Pierrot.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre fui um bom leitor. Gosto muito de estudar, mas confesso aos senhores, com o perdão da expressão, que não ando com muito saco. No meu curso (Literatura) há coisas absolutamente intragáveis, mas necessárias. Ele me ajuda (o curso) a melhorar a clareza na escrita, a ponderar um raciocínio mais democrático e entender o pensamento de homens preciosos na história da humanidade. Com quase 33, espero que me perdoem. Ás 11 da noite de certas noites eu só quero o ônibus de volta e nada me consola quanto a isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah solidão... Gente eu ando tão sozinho. Tão saudoso. Ás vezes dói tanto. Ás vezes já passou da fase “dolosa”. Ás vezes arde sem visibilidade. A Renatinha tá distante por motivos de manutenção de saúde, tá aqui dentro de mim, mas sinto falta de gente me afagando. De um colinho pro ego e pra mim. Espero que entendam o que acabo de escrever. A solidão a que me refiro não é dos braços da amada apenas, é uma solidão sem nomenclatura fácil. É aquela solidão de estar sozinho duas vezes. Um dia, eu tento explicar essa expressão que escrevi num poema há quase 15 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho um amigo. Com muito orgulho eu digo que o Nelson Junior é um amigo muito querido que me conhece só de olhar e ele me conhece de ler e de me perceber. Nos afastamos há alguns anos. Paulo e Barnabé, dada as devidas proporções. A gente já conversou muitas horas. Na época, solteiros, dizíamos sobre tudo e sobre todas as coisas que nos alegravam e nos afligiam. Dentro do Ebenézer. Um dia explico quem era o Ebenézer. De repente ele mesmo diz. Eu recebi um e-mail dele falando de gente ocasional que deixa um scrap no orkut com aquelas frases feitas. Frases que não são tangentes na vida real, mas fonemas soltinhos e quase vazios de significado. “Oi como vai você?”. “Quem bom que você está por aqui”. E coisas do tipo. Pois é NJ. O orkut tem muitas utilidades: ver gente amiga e distante (acompanhar a vida, saber das novidades), estreitar relacionamentos que estão no campo da timidez, pesquisar assuntos interessantes e outros que não são e, aperfeiçoar o dom da brasilidade mais latente nos últimos anos: o narcisismo. Todo mundo no orkut é herói de si mesmo. É carinhoso. É bacana. É atencioso. É lindo. É mito. Os álbuns do Orkut viraram prefácio de revista “Caras” onde todo mundo se revela feliz. Estes scraps (recadinhos de conhecidos ou não) são como nata no leite, desagradáveis. Isso quando não mandam aquelas fotinhas meigas “Tenha um excelente fim de semana”. Pois é. O preço que se paga. Mas NJ se você me permite um conselho: mande uma mensagem daquelas bem “rabugentas”, dessas que eu já mandei (hehe) e experimente os valiosos resultados. Dificilmente te importunarão novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pra terminar:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R0uPz4eY0rI/AAAAAAAAABQ/UtsmyVOnB9g/s1600-h/225px-Legiao3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137357921442124466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R0uPz4eY0rI/AAAAAAAAABQ/UtsmyVOnB9g/s320/225px-Legiao3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Aprendam o valor do elogio. Sem elogio, não existe relacionamento. O elogio sincero numa boa hora lhe garante um dia melhor. A crítica é bacana, mas o elogio carregado de carinho e afago faz a sua auto crítica ter mais valor. Não dá pra sempre se julgar o chulé da pior sola de sapato. Mentir pra si mesmo não é sempre a pior mentira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos próximos posts:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 discos que você precisa ouvir&lt;br /&gt;10 metas para o ano de 2008&lt;br /&gt;10 músicas para você não esquecer a pessoa amada&lt;br /&gt;10 palavras que a gente quase não vive &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-5696414162139385626?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/5696414162139385626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=5696414162139385626&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/5696414162139385626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/5696414162139385626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2007/11/antes-do-natal-tudo-ir-melhorar.html' title='Antes do Natal, tudo irá melhorar!!!'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/R0uQUYeY0sI/AAAAAAAAABY/93jX7hAVyMU/s72-c/supostoacusado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3353504620071735131.post-994709461515130934</id><published>2007-11-03T23:28:00.000-07:00</published><updated>2008-12-11T23:26:21.734-08:00</updated><title type='text'>O Rock Errou?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/Ry1no3CvXjI/AAAAAAAAAAM/QyrkqDO5zNc/s1600-h/ira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128869502312734258" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/Ry1no3CvXjI/AAAAAAAAAAM/QyrkqDO5zNc/s320/ira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Diferente de outros temas quero abordar um, de pouca importância e muita relevância. Como anda o rock no Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;O Rio de Janeiro, estado da qual tenho origem, orgulho e atual habitação, perdeu sua única e heróica rádio rock. Antes de falarmos do derradeiro fim da rádio Cidade, deixe-me resumir um pouco de um outro ícone histórico carioca: a rádio Fluminense. Ela foi responsável pelo surgimento de bandas como Kid Abelha, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana e Barão Vermelho. Naquela época, gente da música, levava seus pequenos tapes á rádio, para que as músicas contidas ali fossem ouvidas e executadas. Sem jabá. Sem faz-me-rir*. Numa era pré-internet, descobríamos os valores nacionais através do rádio. Poderia ser um rock blues debochado, com o Barão, com um dos maiores poetas do rock nacional, poderia ser um pop new-wave como o Kid (nome aderido durante alguns anos) ou até, a explosão do pós punk paulista com o Ira!. Sem contar, que com muita fluência, era possível ouvir Led Zeppellin, Black Sabbath, Rush, Metallica (época Ride The Lightning), Emerson, Lake and Palmer... Músicas que eram IMPOSSÍVEIS de escutar em qualquer outra rádio, mesmo aquelas que traziam a alcunha de ecléticas ou de rádios rock. O capitalismo selvagem matou a Fluminense. Sem patrocinadores, a rádio foi obrigado a fechar as suas portas, voltou ás atividades alguns anos depois, com outra proposta e novamente, já não existe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/Ry1nznCvXkI/AAAAAAAAAAU/Q6yn1god3Ws/s1600-h/Legiao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128869686996328002" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/Ry1nznCvXkI/AAAAAAAAAAU/Q6yn1god3Ws/s320/Legiao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Lá pelos idos de &lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:metricconverter st="on" productid="2000, a"&gt;2000, a&lt;/st1:metricconverter&gt; rádio Cidade, uma rádio cult e querida pela população do Rio de Janeiro, resolveu assumir as rédeas do rock no estado. Com promoções, com divulgação, dando força aos eventos ligado ao estilo tanto no estado, como em outros países. Se não tínhamos uma postura tão heróica e underground como a Fluminense, ao menos podíamos escutar novidades como o foi o caso do Evanescence, que estorou no Rio de Janeiro, graças à execução “infernal” da canção Going Under (que fazia parte da trilha sonora do filme horroroso O Demolidor) no dial 102,9. Resumindo o coreto, a iniciativa privada, representada por uma operadora telefônica, arrendou as várias dívidas que esta honrosa rádio possuía - &lt;strong&gt;porque rock gente, não dá lucro&lt;/strong&gt; - e, perdemos a única rádio, que essencialmente, tocava o ritmo mais alucinante do mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/Ry1oDHCvXlI/AAAAAAAAAAc/33stzK_AKVI/s1600-h/barao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128869953284300370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/Ry1oDHCvXlI/AAAAAAAAAAc/33stzK_AKVI/s320/barao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;E você deve estar se perguntando: o que este breve histórico destas duas rádios tem haver com o propósito textual de falar de como anda o rock no Brasil? Pois bem. É que tal qual as rádios, nossos mais tradicionais representantes do rock nacional, principalmente dos anos 80, resolveram acender uma vela para as rádios (que no Brasil inteiro perdem sua força) e dormiram lentamente ao lado de seus caixões. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;O que vimos nos últimos 5 anos de produtivo deste segmento foram inúmeros acústicos, CDS ao vivo ou discos de inéditas, que ora eram ousados (como o Puro Êxtase do Barão) ora eram manjados (como a coletânea As 10 mais dos Titãs) e que nada apresentavam de sedutor pro ouvinte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;O texto poderia ser um tratado se fosse falar da trajetória de bandas que, eram arte na pureza da essência da palavra e que “esqueceram” suas “pretensões” no meio do caminho. O leitor se enfadaria por exemplo, se fossemos falar de 2 acústicos, 1 ao vivo, 1 de cover e 2 inéditos discos dos Titãs nos últimos 10 anos. 2 discos inéditos em 10 anos... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;O que dizer de Barão?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/Ry1oRHCvXmI/AAAAAAAAAAk/6K8_Wv7ttug/s1600-h/engenheiros.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128870193802468962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/Ry1oRHCvXmI/AAAAAAAAAAk/6K8_Wv7ttug/s320/engenheiros.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;O que dizer de Capital Inicial, que, aproveitou seu unplugged e rejuvenesceu. Porém a fonte da juventude só veio carregada de maquiagem, porque canções como Música Urbana 2, Fátima e Mickey Mouse em Moscou, são coisas do passado. O negócio é Natasha. Canções que em nada lembram as parcerias bem sucedidas de Fé Lemos com Renato Russo (Aborto Elétrico) ou mesmo as belas baladas como Belos e Malditos, outra incursão de Renato junto com os candangos. Ouço de alguns que Capital agora é música de adolescente. Que fosse, que seja. Eu quando era adolescente, ficava encasquetado (termo velho hein?) com letras como Brasil (Cazuza), como Que País é Este (Legião Urbana), Fátima, do próprio Capital, Tribos e Tribunais (Engenheiros do Hawaii), Lanterna dos Afogados (Paralamas do Sucesso), Carta aos Missionários (Uns e Outros), Extraño (Nenhum de Nós), Polícia (Titãs). Apenas usei o exemplo de Barão e Capital. Poderia falar de Ira!, De Nenhum de Nós, de Biquini Cavadão, de Ultraje, de Plebe Rude, de Engenheiros...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Talvez, você, jovem leitor, pense comigo que isto apenas seja parte da biografia da discoteca de um autor nostálgico e acho, que até certo ponto, você tem razão. Pra mim, é uma pena, que diante de tantos progressos na disseminação da arte no Brasil, na revitalização do cinema brasileiro, numa valorização do teatro, no surgimento de novos comediantes, no acesso a novas exposições de pintura, de esculturas (o Brasil definitivamente entrou no calendário), a música popular brasileira, continue "pertencendo" aos dinossauros respeitados por crítica e publico, como os Srs. Caetano Veloso, Chico Buarque, Milton Nascimento, ás cantoras de voz grave (sem pre-conceito algum) como Ana Carolina, Isabela Taviani, Zélia Duncan, ás tribos emos e ás cópias do hardcore californiano (cópias bem feitas)como Charlie Brown Jr, CPM 22... mas os "meus velhinhos", mandaram parar as máquinas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;Depois de todo este discurso, o que quero em suma dizer, é que, a música hoje não me emociona, não me cativa, não me seduz. Principalmente o rock, da qual sou fã há duas décadas. Não me faz levantar da cadeira, pegar o violão, ir ao teclado pra tentar tirar*. Minha banda preferida resolveu sair de férias por tempo indeterminado(se Renato Russo dissesse que iria sair de férias da Legião Urbana, lá pelos idos de 86, 87, seria ameaçado de morte... hehe) e meus heróis ingleses (Coldplay, U2, Oasis...) resolveram dar uma sumida. Então, estou órfão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;O Rock Brasileiro vai assim... Entre Detonautas da vida e Cansei de Ser Sexy (não consigo gostar de 1 música), entre Cachorro Grande e Bidê ou Balde... Tudo muito misturado e propositalmente, sem identidade, sem DNA. Nada contra. Arte é arte, mas que saudade...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;* Tirar é tentar tocar uma música "quase igual".&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN-LEFT: 36pt; TEXT-INDENT: -18pt"&gt;&lt;span style="font-family:';font-size:9;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN-LEFT: 18pt"&gt;&lt;span style="font-family:';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3353504620071735131-994709461515130934?l=diariodopierrot.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/feeds/994709461515130934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3353504620071735131&amp;postID=994709461515130934&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/994709461515130934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3353504620071735131/posts/default/994709461515130934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://diariodopierrot.blogspot.com/2007/11/o-rock-errou.html' title='O Rock Errou?'/><author><name>Storm</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/SybWAW3GzjI/AAAAAAAAAQY/IaVtoE01HXw/S220/srstorm%40gmail.com_38e05568.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_q0WDpCAKWTI/Ry1no3CvXjI/AAAAAAAAAAM/QyrkqDO5zNc/s72-c/ira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
